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Dólar sobe com acordo EUA-UE e isolamento do Brasil em semana marcada por Fed, Copom e Ptax
Publicado 28/07/2025 • 11:56 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 28/07/2025 • 11:56 | Atualizado há 7 meses
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Imagem de jcomp no Freepik
Cédulas de dólar
O dólar opera em alta nesta segunda-feira (28), refletindo o avanço da moeda americana no exterior após o anúncio de um acordo tarifário entre Estados Unidos e União Europeia, com alíquota reduzida para 15%.
O movimento fortalece o dólar globalmente e amplia o isolamento do Brasil, que segue sem acerto com Washington às vésperas do tarifaço de 50%, previsto para entrar em vigor na sexta-feira (1º).
Sem sinal de que os EUA vão flexibilizar a medida contra o Brasil, o mercado reage com cautela, diante do risco fiscal e do impacto potencial nas exportações brasileiras.
O Representante Comercial americano, Jamieson Greer, afirmou que os Estados Unidos não se sentem pressionados a firmar novos acordos comerciais e estão satisfeitos com os pactos já assinados. Há ainda expectativa de prorrogação das negociações com a China.
Nos bastidores, especula-se que novas sanções dos EUA possam ser anunciadas nesta semana contra autoridades brasileiras, o que adiciona mais tensão ao cenário diplomático e comercial.
Técnicos do governo Lula elaboram um pacote com mais de 30 medidas emergenciais para mitigar os efeitos econômicos das tarifas americanas, incluindo linhas de crédito a setores exportadores. Nesta segunda, Lula sanciona o programa Acredita Exportação, que busca ampliar o acesso de pequenas e médias empresas ao mercado externo.
No mercado internacional, o minério de ferro caiu 1,75% na China, enquanto o petróleo subia mais de 1% na manhã de hoje. A semana ainda será marcada por decisões importantes de política monetária.
O Copom e o Federal Reserve se reúnem até quarta-feira (30), com expectativa de manutenção das taxas de juros em ambos os países. Além disso, o mercado acompanha de perto a definição da Ptax de fim de mês, na quarta-feira (31), que pode adicionar volatilidade ao câmbio.
O boletim Focus mostrou recuo na projeção suavizada do IPCA para os próximos 12 meses, de 4,49% para 4,44%.
Na construção civil, o Índice de Confiança da Construção (ICST) caiu 1,3 ponto em julho, para 92,7 pontos, com média móvel em queda pelo sétimo mês consecutivo. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) avançou 0,91% em julho, abaixo dos 0,96% de junho. O acumulado em 12 meses é de 7,43%.
A Camex estabeleceu medida antidumping por cinco anos sobre tubos de aço inoxidável importados da Índia e de Taipé Chinês.
Além disso, o comitê zerou o Imposto de Importação de autopeças sem fabricação nacional, usadas na produção de veículos novos, em nova tentativa de reduzir custos na indústria automotiva.
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