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IBGE: Varejo fecha o ano com alta de 1,6%, apesar de recuo em dezembro
Publicado 13/02/2026 • 09:41 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 13/02/2026 • 09:41 | Atualizado há 3 meses
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O varejo brasileiro encerrou o ano de 2025 com alta acumulada de 1,6%, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (13) pelo IBGE. Apesar do resultado positivo no ano, dezembro registrou recuo de 0,4% no volume de vendas frente a novembro, na série com ajuste sazonal.
Com o desempenho anual, o varejo completa nove anos consecutivos de crescimento. Ainda assim, o ritmo perdeu força em relação a 2024, quando a alta havia sido de 4,1%. O resultado de 2025 ficou próximo ao observado em 2023, que fechou com avanço de 1,7%.
Na comparação com dezembro de 2024, na série sem ajuste sazonal, o varejo cresceu 2,3%.

A queda de 0,4% na passagem de novembro para dezembro ficou dentro da faixa considerada de estabilidade, entre -0,5% e +0,5%. A média móvel trimestral avançou 0,3%.
Seis das oito atividades pesquisadas registraram retração mensal. As principais quedas vieram de artigos farmacêuticos (-5,1%), livros e papelaria (-2,0%) e outros artigos de uso pessoal (-1,8%).
Por outro lado, equipamentos de informática e comunicação avançaram 6,0%, enquanto combustíveis subiram 0,3%.
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No conceito ampliado, que inclui veículos e material de construção, o varejo registrou queda de 1,2% em dezembro frente a novembro. No acumulado do ano, a variação foi de 0,1%.
Na comparação com dezembro de 2024, o varejo ampliado cresceu 2,8%.
Veículos e motos subiram 0,7% no comparativo anual, mas fecharam 2025 com queda acumulada de 2,9%. Material de construção variou 0,1% em dezembro e encerrou o ano com recuo de 0,2%.
Entre os segmentos que sustentaram o crescimento do varejo no ano, destacam-se:
O setor de informática registrou alta expressiva de 31,1% em dezembro frente ao mesmo mês de 2024, maior variação desde maio de 2021.
Móveis e eletrodomésticos avançaram 6,9% na comparação anual de dezembro, contribuindo com 0,5 ponto percentual para o resultado global do mês.
Quatro atividades encerraram o ano com perdas:
O segmento de livros mantém trajetória marcada por alternância de resultados, refletindo a migração do consumo para plataformas digitais.
Na comparação entre novembro e dezembro, o varejo apresentou queda em 22 das 27 unidades da federação. Rondônia (-10,2%), Roraima (-6,4%) e Espírito Santo (-5,9%) registraram os recuos mais intensos.
No comparativo anual, o movimento foi majoritariamente positivo: 23 estados registraram crescimento frente a dezembro de 2024, com destaque para Amapá (15,6%), Bahia (8,0%) e Santa Catarina (7,4%).
No acumulado, o varejo encerra 2025 em novo patamar recorde na série com ajuste sazonal, alcançando o maior nível da base histórica em novembro, antes do recuo de dezembro.
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