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Master: CPI do Crime Organizado convoca Paulo Guedes e Campos Neto; Galípolo, Toffoli e Moraes são convidados

Publicado 25/02/2026 • 19:04 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • CPI do Crime Organizado convocou Paulo Guedes e Roberto Campos Neto, tornando obrigatório o comparecimento dos ex-chefes da Economia e do Banco Central para prestar esclarecimentos.
  • Ministros do STF Dias Toffoli e Alexandre de Moraes foram convidados, assim como o presidente do BC, Gabriel Galípolo; nesses casos, a presença é facultativa.
  • Requerimentos citam questionamentos envolvendo o Banco Master, incluindo supostas falhas regulatórias, decisões judiciais consideradas atípicas e contratos que motivaram pedidos de esclarecimento na comissão.
Mesa diretora da CPI com os senadores Hamilton Mourão, Fabiano Contarato e Alessandro Vieira

Andressa Anholete/Agência Senado

Mesa diretora da CPI com os senadores Hamilton Mourão, Fabiano Contarato e Alessandro Vieira

A CPI do Crime Organizado aprovou nesta quarta-feira (25) a convocação do ex-ministro da Economia Paulo Guedes e do ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto. Diferentemente de um convite, a convocação torna o comparecimento obrigatório.

Na mesma sessão, a comissão também aprovou convites aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além do atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Como se tratam de convites, a presença é facultativa.

Os requerimentos que determinam a convocação de Guedes e Campos Neto foram apresentados pelo líder do governo no Senado, Randolfe Rodrigues (PT-AP).

Segundo o senador, o ex-ministro da Economia deverá esclarecer se medidas de desregulamentação adotadas durante sua gestão podem ter contribuído, na avaliação dele, para a ocorrência de ilícitos atribuídos ao Banco Master.

Já os convites aos ministros do STF foram protocolados pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE).

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Votação em bloco

O presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-ES), propôs que os convites e requerimentos de informação que não envolvessem dados financeiros sensíveis fossem votados simbolicamente em bloco. A proposta foi aprovada.

Entre os demais nomes convidados estão o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega.

A comissão também solicitou informações sobre o registro de entrada no Senado de Augusto Ferreira Lima, ex-executivo do Banco Master.

Os convites a Dias Toffoli e Alexandre de Moraes ocorrem em meio a questionamentos relacionados a possíveis vínculos com o Banco Master.

No caso de Moraes, é citado contrato firmado entre o banco e o escritório da esposa dele, a advogada Viviane Barci de Moraes, no valor de R$ 131 milhões.

Já Toffoli, que atuava como relator do caso Master no STF, é mencionado em requerimento que aponta sua participação societária na empresa Maridt, administrada por dois de seus irmãos. A empresa possuía participação em dois resorts da rede Tayayá e posteriormente vendeu sua fatia no Paraná a um fundo de investimento que tinha como acionista Fabiano Zettel, alvo de operação da Polícia Federal.

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No documento apresentado, Girão afirma que decisões adotadas por Toffoli na condução do inquérito envolvendo o banco foram “pouco usuais em investigações criminais de alta complexidade”, citando a transferência do caso para o Supremo, a imposição de sigilo máximo e a centralização de atos processuais sob sua relatoria.

Em relação a Moraes, o senador argumenta que é necessário esclarecer “a natureza das interlocuções realizadas, os limites entre atuação institucional e interesses privados e a eventual existência de sobreposição indevida entre funções públicas e relações privadas relevantes”.

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