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Mauro Vieira acusa EUA de desmontar ordem mundial e chama tarifas contra o Brasil de ‘ataque injustificado’
Publicado 26/08/2025 • 18:28 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 26/08/2025 • 18:28 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou, nesta terça-feira (26), que “a ordem mundial como a conhecemos está sendo desmontada justamente por aqueles que mais diretamente contribuíram para a sua formação”. A declaração foi feita durante encontro do setor privado brasileiro e americano realizado na Fiesp, em São Paulo.
O chanceler fez críticas duras aos Estados Unidos, acusando Washington de agir de forma “unilateral” em temas de comércio e segurança internacionais. “As consequências disso sobre o já debilitado sistema multilateral de comércio são imensas”, declarou.
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Ao tratar da guerra tarifária, Vieira disse que as ações americanas empurram o comércio global para antes da criação do GATT (Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio).
“Estamos diante da desconstrução do princípio da nação mais favorecida e da desconsideração das tarifas máximas consolidadas na OMC, por meio de acordos multilaterais”, afirmou.
O chanceler acusou os EUA de usar tarifas para “sancionar e pressionar a soberania do Brasil”.
Classificando as medidas como “ataque injustificado”, Vieira destacou que o governo brasileiro busca uma “solução mutuamente satisfatória” para superar a crise bilateral.
Respondendo às acusações americanas, Vieira disse que o Brasil “nunca permaneceu inerte” e ressaltou o esforço diplomático em curso. Desde março, segundo ele, foram realizadas seis reuniões virtuais e uma presencial em Washington para manter o diálogo aberto com Washington.
Sobre a guerra tarifária, o Ministro adicionou que as ações dos EUA levam o comércio global a um patamar anterior à formação do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT).
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Siga o Times | CNBC“Estamos diante da desconstrução do principio da nação mais favorecida e desconsideração das tarifas máximas consolidadas na OMC, por meio de acordos multilaterais”.
Ele também criticou a utilização das tarifas para sancionar e pressionar a soberania do Brasil.
Viera, que classificou as tarifas impostas ao Brasil como “ataque injustificado”, afirmou que o governo busca “solução mutuamente satisfatória” para um acordo entre os dois países.
Além disso, sobre as acusações do governo americano, Vieira reiterou que o Brasil nunca permaneceu “inerte” perante a elas e rebateu as criticas do país. Ele afirmou que, desde março deste ano, foram mantidas 6 reuniões virtuais e uma presencial em Washington para que o dialogo permanecesse.
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