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PF prende 71 em operação contra tráfico, lavagem de dinheiro e facções em 16 estados
Publicado 12/05/2026 • 13:21 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 12/05/2026 • 13:21 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Coordenação-Geral de Comunicação Social
PF prende 71 pessoas em operação contra tráfico, lavagem de dinheiro e facções em 16 estados
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (12), a Operação Força Integrada II, ação coordenada que mobiliza as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO) em 16 estados. São 71 mandados de prisão e 165 de busca e apreensão sendo cumpridos simultaneamente contra organizações criminosas envolvidas no tráfico de drogas e de armas e na lavagem de dinheiro.
As ações alcançam Espírito Santo, Ceará, Amapá, Minas Gerais, Rondônia, Acre, Sergipe, Tocantins, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraná, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Rio de Janeiro.
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Criadas no modelo de força-tarefa, as FICCO reúnem polícias civis, militares e penais, guardas municipais, Polícia Rodoviária Federal, Senappen e secretarias estaduais de segurança pública, com coordenação da PF e sem hierarquia entre as instituições participantes. Atualmente, 39 unidades operam em diferentes regiões do país.
A operação de maior escala dentro da Força Integrada II foi desencadeada pela FICCO de Uberlândia. As Operações Paper Stone e Rota Andina miram o tráfico interestadual e internacional de drogas e a lavagem de dinheiro, com uso de logística aérea, empresas de fachada e interpostas pessoas para ocultação patrimonial. Foram cumpridos 41 mandados de busca e apreensão, 22 de prisão e 26 de busca e apreensão de veículos em cidades de Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Amazonas e Maranhão. O sequestro patrimonial pode chegar a R$ 98 milhões.
Na Paraíba, a Operação Trapiche teve como alvo organização voltada ao tráfico de drogas, ao comércio ilegal de armas e à lavagem de capitais. O diferencial do caso: o líder do grupo mantinha o comando das atividades criminosas mesmo recolhido em unidade prisional. Foram cumpridos 20 mandados de prisão e 40 de busca e apreensão na Paraíba e em Minas Gerais, além de sequestro de carros, valores e imóveis.
A FICCO do Rio Grande do Norte cumpriu a Operação Barba II, voltada à desarticulação de organização interestadual de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Foram três mandados de prisão e oito de busca e apreensão em Natal e João Pessoa, com bloqueio de bens avaliados em cerca de R$ 13 milhões.
No Tocantins, a Operação Estoque Oculto teve foco na neutralização de estrutura logística usada no apoio ao tráfico internacional de drogas, incluindo o reabastecimento clandestino de aeronaves ligadas a organizações criminosas, em Pedro Afonso.
No Espírito Santo, a Operação Alçapão mirou armamentos de facção criminosa em Cariacica. No Paraná, a Operação Blue Sky II deu continuidade à ação iniciada em março de 2026 contra núcleo de tráfico de entorpecentes. Em Santa Catarina, a Operação Impedimento prendeu integrantes de grupo de tráfico na Grande Florianópolis. No Rio Grande do Sul, a Operação Cerco Integrado atuou contra estruturas criminosas em onze municípios gaúchos.
No Ceará, a Operação Custos Legis investigou ameaças a autoridade pública da área de segurança. No Acre, a Operação Alerta rastreou foragidos condenados por crimes violentos e tráfico. Em Minas Gerais, a Operação Guardiões do Fogo apurou a obtenção irregular de registros na categoria CAC.
No Maranhão, a Operação Descenso III atuou contra o financiamento de organização criminosa em Chapadinha. Em Alagoas, a Operação Assíncrono II incluiu também a apuração de armazenamento de conteúdo de abuso sexual infantojuvenil. Em Rondônia, a Operação Espectro mirou controle territorial em Porto Velho. No Rio de Janeiro, a Operação Rota Final combateu o roubo de carga dos Correios. No Sergipe, a Operação Occultum identificou um dos responsáveis por uma tonelada de maconha apreendida em fevereiro de 2026.
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Seguir no GoogleEm Minas Gerais, a Operação Rota Paralela investigou a promoção de migração ilegal, com sequestro de bens que pode chegar a R$ 6,8 milhões por investigado.
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