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Alívio na crise ou protocolo diplomático: EUA renovam visto de Haddad; o que isso significa?
Publicado 08/09/2025 • 17:29 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 08/09/2025 • 17:29 | Atualizado há 5 meses
Fernando Haddad em cerimônia no Palácio do Planalto
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Em meio a uma semana decisiva para a política e a economia brasileiras com a possibilidade de condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de estado e o receio de uma reação do presidente dos EUA, Donald Trump, o governo federal recebeu uma boa notícia vinda de onde menos se imaginava.
O visto de entrada do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vencido desde maio, foi renovado pelo governo dos Estados Unidos.
A decisão traz alívio em meio à escalada das tensões diplomáticas entre Brasília e Washington. Com o visto renovado, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem caminho aberto para participar da Semana do Clima de Nova York, ainda neste mês, e do encontro anual do FMI e do Banco Mundial, em outubro, na capital americana. Sua presença, porém, ainda não foi confirmada oficialmente.
O gesto abre espaço para a dúvida: a concessão do visto a Haddad sinaliza uma descompressão na crise entre os dois países ou trata-se apenas de protocolo diplomático?
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A concessão do visto ocorre dias depois de o governo Lula anunciar que pretende usar a Lei da Reciprocidade para reagir ao tarifaço imposto por Donald Trump a produtos brasileiros. A preocupação no Planalto era de que Haddad tivesse dificuldades para obter a autorização em meio à escalada da crise.
A apreensão cresceu após os EUA suspenderem vistos de sete ministros do STF, além do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e da família do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, incluindo a filha de dez anos. A medida foi atribuída à participação de Padilha na criação do programa Mais Médicos.
Na época, Padilha ironizou a situação: “Tem gente que acha que o mundo se divide em quem foi à Disney e quem quer ir para a Disney, ou quem não foi para a Disney. Eu não tenho intenção nenhuma de ir para a Disney”. Ele também classificou a decisão americana como “covardia” e assegurou que o programa Mais Médicos não seria afetado.
Com o visto concedido, Haddad tem agora caminho livre para reforçar a presença do Brasil em fóruns internacionais estratégicos. Resta saber se a autorização representa apenas um gesto protocolar ou se pode ser interpretada como um sinal de distensão na relação entre os governos de Lula e Trump, em um momento em que a política interna brasileira também vive dias decisivos.
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