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“Estupro das contas públicas”: Haddad ataca herança de Bolsonaro e sinaliza saída do ministério
Publicado 06/02/2026 • 09:27 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 06/02/2026 • 09:27 | Atualizado há 3 meses
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José Cruz / Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a criticar nesta sexta-feira (6) a condução econômica do governo de Jair Bolsonaro (PL) e disse que houve “um estupro” das contas públicas durante a gestão do ex-presidente da República.
“O que aconteceu de 2022 para 2023 é uma espécie de estupro das contas públicas, uma coisa alucinada que aconteceu. Qual é a narrativa da oposição? Nós entregamos em 2022 um superávit primário, e o governo Lula inaugurou uma fase de enormes déficits primários que estão acabando com as finanças do País. Essa é a narrativa”, declarou em Salvador (BA), durante evento de celebração do aniversário de 46 anos do PT.
Haddad citou a aprovação da PEC dos Precatórios e ressaltou que o antigo governo vendeu a narrativa de contas públicas em ordem, mas que, diante do fracasso eleitoral iminente, aprovou medidas prejudiciais.
Leia também: Haddad: economia é necessária, mas não suficiente, para ganhar eleição; vide Biden nos EUA
“Ele, governo Bolsonaro, imaginou que fosse comprar voto nos últimos dois meses, agosto e setembro, para ganhar a eleição, e ele dizia isso. … E obviamente que botou a Polícia Rodoviária Federal para não deixar os petistas votarem, como vocês sabem. Tudo isso não deu certo”, destacou o ministro.
Ele afirmou que a “ciência política não consegue explicar o fenômeno Lula”, que saiu da prisão e conseguiu vencer a eleição presidencial. Disse, porém, que a comunicação do governo petista virou uma “coisa complexa demais”, porque atualmente há contestação de fatos, como dados de órgãos oficiais.
Segundo o ministro, ele foi ao evento do PT como militante, em licença do Ministério de um dia. Em tom eleitoral, falou que sabe para onde vai. “Haddad é neoliberal? O Haddad é comunista? O Haddad é o Haddad. Vocês me conhecem há uns 40 anos. Então posso ter errado, posso ter acertado, mas eu sei o lugar que eu ocupo, sei de onde eu vim, sei para onde eu vou. Então está tudo em ordem comigo”, falou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a admitir a possibilidade de lançar o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como candidato ao Senado por São Paulo.
Haddad disse na semana passada que sua saída do ministério deve ocorrer em fevereiro e evitou cravar o nome do secretário-executivo da Pasta, Dario Durigan, como seu sucessor.
Ele disse que cabe a Lula fazer o anúncio. “O mês de fevereiro, com certeza”, declarou o ministro em entrevista ao portal Metrópoles.
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