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Premiê do Reino Unido repete que guerra no Irã não é dos britânicos e fala em coalizão para reduzir escalada

Publicado 30/03/2026 • 15:54 | Atualizado há 2 semanas

KEY POINTS

  • O premiê destacou que o cenário global já é pressionado pela guerra na Ucrânia somada ao novo conflito no Oriente Médio, ampliando a preocupação internacional
  • O Reino Unido atua com uma coalizão de 35 países para reduzir a escalada e busca um plano viável para reabrir o Estreito de Ormuz incluindo possíveis ações em nível militar
  • Em reunião na Downing Street Starmer afirmou que a reabertura da rota marítima é complexa e pediu coordenação entre governo e setores de energia transporte marítimo e finanças
O primeiro-ministro britânico Keir Starmer

Alishia Abodunde/Getty Images

O primeiro-ministro britânico Keir Starmer

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, disse que o país não será “arrastado para dentro do conflito” do Irã.

“É muito importante que eu reitere a minha posição e a posição deste governo, porque esta não é a nossa guerra e não vamos ser arrastados para ela”, disse o primeiro-ministro do Reino Unido em evento de lançamento de campanha para eleições locais nesta segunda-feira, 30, enquanto pediu o fim do conflito.

“Estamos enfrentando uma guerra em duas frentes: a guerra na Ucrânia, que já dura quatro anos e alguns meses e agora a guerra no Irã, que sei que está causando enorme preocupação”, disse em discurso.

Em reunião com líderes dos setores de transporte marítimo, energia e seguros, Sir Keir afirmou que a guerra com o Irã “não é a nossa guerra”, o primeiro-ministro anunciou que o Reino Unido está trabalhando com uma coalizão de 35 países de todo o mundo para reduzir a tensão, segundo o The Telegraph.

“É evidente que o mais importante que podemos fazer é reduzir a escalada da situação e pôr fim ao conflito”, afirmou, segundo o Telegraph. Starmer afirmou que o Reino Unido está trabalhando em um “plano viável” para reabrir o Estreito de Ormuz, inclusive em “nível militar”.

Na reunião em Downing Street, a sede do governo em Londres, o primeiro-ministro disse que abrir a estreita passagem marítima seria “mais fácil dizer do que fazer”, e pediu aos líderes das empresas de energia, transporte marítimo e finanças que trabalhem em conjunto com o governo.

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