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Raízen: recuperação extrajudicial pode afetar as lojas Oxxo e Shell Select?
Publicado 12/03/2026 • 10:27 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 12/03/2026 • 10:27 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: divulgação/Raízen
Raízen
Na última quarta-feira (11), a Raízen anunciou que um pedido de recuperação extrajudicial (RE) foi enviado à Justiça de São Paulo. Trata-se de uma medida para renegociar dívidas diretamente com os credores, sem ter que paralisar as operações da companhia.
Contudo, o plano de RE envolve uma possível venda de ativos. Logo, como ficariam a Oxxo e a Shell Select em meio a tudo isso?
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As lojas de conveniência Oxxo deixaram de ser da Raízen em setembro de 2025. Na época, conforme explicado no blog da produtora de etanol, encerrou-se a joint venture com a FEMSA, varejista mexicana.
Em 2019, duas empresas se uniram para criar o Grupo Nós e comandar os mercados Oxxo. No entanto, as empresas entenderam que a separação dos negócios favoreceria a competitividade. Sendo assim, hoje os mercados Oxxo pertencem 100% à FEMSA.
Já a Shell Select e a Shell Café, que também eram parte do Grupo Nós, ficaram para a Raízen. Na prática, são 1.300 unidades sob responsabilidade da produtora de etanol.
“A parceria com a FEMSA trouxe para a Raízen maior conhecimento sobre a operação própria e desenvolvimento de novos processos e tecnologias. A decisão de encerrar a joint venture reflete a maturidade da operação e está alinhada à nossa estratégia de simplificar o portfólio”, disse Rodrigo Patuzzo, Diretor de Serviços Financeiros da Raízen e Membro do Conselho Administrativo do Grupo Nós.
Ou seja, diante da recuperação extrajudicial, a Shell Select não deve ser afetada. As lojas de conveniência da Shell são “parte fundamental da oferta de valor para a sua rede de revendas” para a Raízen, afirmou a empresa.
Em resposta ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, a Raízen informou que o processo de recuperação extrajudicial não terá impacto nas operações da rede Shell Select. Segundo a companhia, a marca continua operando normalmente e segue como parte da proposta de valor oferecida aos revendedores da rede.
A Cosan afirmou nesta quarta-feira (11) que o pedido de recuperação extrajudicial apresentado pela Raízen não tem impacto direto sobre sua estrutura financeira ou operações.
Em fato relevante, a companhia informou que o processo foi estruturado de forma consensual com credores financeiros e busca criar um ambiente jurídico para a negociação da reestruturação das obrigações da empresa.
No comunicado, a Cosan também reforçou que o processo envolve apenas obrigações específicas da Raízen e não afeta o grupo controlador. “A recuperação extrajudicial possui escopo restrito às obrigações financeiras específicas dessas empresas, não envolvendo, afetando ou gerando qualquer repercussão sobre as obrigações, operações, estrutura de capital ou posição financeira da Cosan e de suas controladas”, afirmou.
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