Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Innovation Week: Economia prateada movimenta R$ 1,5 trilhão e exige nova visão do mercado, diz Gilmara Espino
Publicado 06/08/2026 • 16:36 | Atualizado há 1 hora
Ações da SpaceX passam por teste crucial e investidores experientes apostam que fundo do poço pode ter sido atingido
Apollo compra a companhia aérea britânica EasyJet por US$ 7,7 bilhões
Lucro da SoftBank supera expectativas com ajuda da Intel; OpenAI perde protagonismo
EUA estão prontos para retomar “compromissos”, diz Irã, após Trump sinalizar que acordo está próximo
Lucro e receita da Nintendo superam estimativas no 1º trimestre fiscal, apesar da queda nas vendas do Switch 2
Publicado 06/08/2026 • 16:36 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
A economia prateada deixou de ser uma tendência para se consolidar como um dos principais motores de consumo do país, avalia Gilmara Espino, colunista do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Nesta quinta-feira (6), durante o Rio Innovation Week, ela afirmou que o envelhecimento da população abre espaço para novos modelos de negócios, mas ainda encontra um mercado pouco preparado para atender esse público.
Segundo Gilmara, o consumidor acima dos 60 anos reúne características muito diferentes das gerações anteriores. Além de viver mais, ele acumulou patrimônio, conquistou maior autonomia e busca decidir como investir seu tempo e seu dinheiro.
“Estamos falando de uma parcela da população que conseguiu acumular algum capital, ganhou cerca de 20 anos de vida e tem sabedoria para escolher onde quer investir esse tempo e esses recursos. É um perfil consumidor muito forte.”
Leia também: Rio Innovation Week 2026 e Senior Living Meeting movimentam a agenda sobre Economia Prateada
Ela destacou que somente a economia prateada já movimenta R$ 1,5 trilhão no Brasil e continua em expansão, o que exige um ambiente favorável ao desenvolvimento desse mercado.
“Para aproveitar todas essas oportunidades, precisamos de um ecossistema completo, com políticas públicas, financiamento para startups, tecnologia e uma sociedade mais consciente sobre etarismo, longevidade e planejamento financeiro.”
A colunista também ressaltou o papel da imprensa na construção dessa nova realidade. “Não há como pensar em um envelhecimento saudável e sustentável sem o apoio das mídias e da imprensa. Nisso, o Times Brasil saiu na frente. Não tenho a menor dúvida.”
Leia também: Economia prateada: o que as AgeTechs da Índia ensinam ao Brasil
Na avaliação de Gilmara, um dos principais erros das empresas é enxergar toda a população acima de 60 anos como um grupo homogêneo.
Segundo ela, a segmentação tradicional baseada apenas na idade deixou de fazer sentido diante da diversidade de comportamentos observada entre os consumidores mais velhos. “A gente aprendeu a desenhar estratégias olhando apenas para a faixa etária. Hoje isso não funciona mais. Existem diferentes perfis de autonomia, desejos e consumo.”
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCEla citou estudos apresentados durante o evento que identificam perfis distintos entre os idosos, como aqueles que buscam novas experiências e viagens e outros que concentram seus gastos na convivência familiar e no apoio aos filhos e netos.
Leia também: Economia prateada no Brasil: o mapa do mercado de R$ 1,5 trilhão
“Muitas vezes o consumo dessa população nem é voltado para ela mesma. Há pessoas acima dos 50 anos que continuam sendo arrimo de família e ajudam na educação dos netos ou no sustento dos filhos.”
Para Gilmara, a falta dessa visão segmentada faz com que empresas deixem de desenvolver produtos e serviços específicos para um mercado em franca expansão. “A gente não foi educado a pensar a população mais idosa de forma fragmentada. Por isso, acaba perdendo oportunidades.”
Gilmara afirmou que o avanço da longevidade também está transformando a maneira como a sociedade enxerga o envelhecimento.
Leia também: O que as startups para 60+ revelam sobre a Economia Prateada
Segundo ela, fatores como alimentação, atividade física, convivência social e genética passaram a definir muito mais o estilo de vida das pessoas do que a idade registrada nos documentos. “Carteira de identidade não define mais a idade. O que vai nos definir é o equilíbrio entre alimentação, exercício físico, vida social e genética.”
Na avaliação da colunista, a imagem tradicional associada ao envelhecimento já não corresponde à realidade atual.
“A população está vivendo mais e de uma forma completamente diferente daquela imagem antiga que se tinha do idoso. A sociedade precisa se acostumar com essa nova realidade”, concluiu.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Vazamento do iPhone 18 revela bastidores da estratégia global da Apple
2
Foguete da SpaceX colide com a Lua e deixa cratera na superfície; entenda o impacto
3
CVM abre processo contra ex-executivos da Ambipar após rompimento com a Deloitte
4
Três gigantes aparecem como favoritas na compra da Prudential Brasil
5
Lotomania acumula e sorteia prêmio de R$ 7 milhões nesta quarta-feira (5)