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Semana S da Fecomercio reúne qualificação profissional, debates econômicos e ações sociais em todo o país
Publicado 16/05/2026 • 20:31 | Atualizado há 16 minutos
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Publicado 16/05/2026 • 20:31 | Atualizado há 16 minutos
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Divulgação
A Semana S do Comércio mobilizou unidades do Sesc e do Senac em todo o país com uma programação voltada à qualificação profissional, saúde, cultura, inovação e debates sobre os desafios do setor produtivo. O evento, que teve cobertura do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, reuniu empresários, trabalhadores do comércio e famílias em atividades promovidas pelo Serviço Social do Comércio, pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial e pelas federações estaduais do comércio.
No Distrito Federal, a programação incluiu oficinas práticas, workshops, palestras, testes vocacionais, atendimentos gratuitos e atividades culturais. Segundo o diretor do Senac-DF, Vitor Correia, a proposta da iniciativa é aproximar a população dos serviços oferecidos pelas instituições do sistema Fecomércio.
Ele ressaltou que o evento busca estimular a qualificação contínua em diferentes faixas etárias, desde jovens a partir de 14 anos até trabalhadores mais velhos em processo de recolocação profissional. “O sistema Fecomércio acredita muito no aprendizado contínuo”, disse.
A diretora de programas sociais do Sesc, Cíntia Gontijo, afirmou que a Semana S também funciona como uma forma de ampliar o alcance social das instituições, especialmente entre públicos em situação de vulnerabilidade.
“Os programas sociais do Sesc fazem com que as pessoas possam conhecer áreas da vida que no dia a dia elas não têm essa oportunidade”, afirmou. Ela destacou ainda a participação de idosos em projetos de acolhimento e convivência desenvolvidos pela entidade. “Essas pessoas têm a oportunidade de viver algo diferente no momento da vida em que precisam de acolhimento, orientação e carinho.”
O presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, afirmou que o objetivo do evento é mostrar aos empresários e à sociedade como os recursos do sistema são aplicados em serviços e projetos voltados ao desenvolvimento econômico e social. Segundo ele, o comércio e o setor de serviços seguem como pilares da economia do Distrito Federal. Freire afirmou que o comércio cresceu 4,1% em 2025 no DF, acima da média nacional, enquanto o setor de serviços avançou 7%.
Já Regina Malheiros, diretora-executiva do Fecomércio-DF, ressaltou a relevância econômica do comércio no Distrito Federal e afirmou que a Fecomércio utiliza pesquisas de mercado para orientar decisões e acompanhar expectativas de empresários e consumidores.
“São estudos sobre o comportamento do comércio no Distrito Federal, as expectativas do empresário e também dos consumidores”, explicou.
A programação também abriu espaço para discussões sobre os desafios econômicos enfrentados pelo setor produtivo brasileiro. Um dos palestrantes convidados foi o ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung, que apontou os juros elevados, a burocracia e a insegurança jurídica como entraves ao crescimento econômico.
“Nada funciona com juro real de 8%. Não tem como ficar de pé uma atividade econômica”, afirmou Hartung. O ex-governador também defendeu mais investimentos em infraestrutura e conectividade, especialmente no campo, além de melhorias regulatórias para atrair investimentos ao país.
Hartung ressaltou ainda a capacidade de adaptação do comércio brasileiro durante a pandemia, com a expansão do delivery e do e-commerce. “Você vê que os comerciantes rapidamente adaptaram os seus negócios”, disse. Segundo ele, a troca de experiências entre empresários ajudou o setor a atravessar o período de crise e acelerou a transformação digital no comércio.
Além dos debates econômicos e das ações de capacitação, a Semana S conta com atividades culturais e esportivas abertas ao público.
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