Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
STF retoma julgamento sobre divisão de royalties do petróleo com impacto fiscal para estados
Publicado 04/04/2026 • 14:55 | Atualizado há 2 meses
Rali de ações de chips continua, mas Marvell levanta alerta sobre valuations elevados
Ações de cibersegurança disparam e Zscaler ganha força antes de balanço
American Airlines escolhe Starlink, da SpaceX, para Wi-Fi a bordo em mais de 500 aeronaves
Micron atinge valor de mercado de US$ 1 trilhão pela primeira vez após ações dispararem 18%
Ferrari anuncia primeiro carro elétrico da marca; ações caem após lançamento
Publicado 04/04/2026 • 14:55 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Unsplash
O Supremo Tribunal Federal marcou para 6 de maio o julgamento sobre a validade da Lei 12.734, de 2012, que alterou os critérios de distribuição dos royalties do petróleo no país, recursos pagos por empresas exploradoras e fundamentais para o caixa de estados e municípios produtores.
A norma ampliou a fatia destinada a entes que não produzem petróleo e reduziu proporcionalmente a participação dos principais estados exportadores. A mudança desencadeou uma disputa judicial que se arrasta há mais de uma década.
O caso está sob relatoria da ministra Cármen Lúcia. A expectativa é de que a análise tenha efeitos relevantes tanto para o setor de óleo e gás quanto para o equilíbrio fiscal de governos regionais.
Quatro autores contestam a legislação no Supremo: os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, além da Associação Brasileira dos Municípios com Terminais Marítimos. Eles argumentam que a nova regra compromete receitas diretamente vinculadas à atividade de exploração em seus territórios.
O tema já entrou e saiu da pauta do tribunal em diferentes ocasiões. Em 2020, uma sessão prevista para dezembro foi suspensa por decisão do então presidente da Corte, Luiz Fux, que retirou o processo da agenda sem definir nova data.
Naquele momento, o adiamento atendeu a um pedido do governo fluminense, liderado por Cláudio Castro, que buscava construir uma solução negociada no âmbito do próprio Supremo, por meio de sua câmara de mediação.
Enquanto a controvérsia segue sem desfecho, estados produtores continuam dependentes de uma receita altamente concentrada. Entre os 15 municípios que mais arrecadam com royalties, 13 estão no território do Rio de Janeiro, o que evidencia o peso da discussão para as finanças locais.
A decisão do STF deverá encerrar um impasse que já foi adiado ao menos três vezes e que, na prática, manteve por anos a distribuição anterior enquanto se buscava uma alternativa consensual entre os entes federativos.
Siga a Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no Google🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Quanto custa o jato mais rápido do mundo apresentado em SP?
2
Mais de 200 empresas brasileiras migram para o Paraguai e reduzem custos em até 40%
3
Bombardier apresenta em SP jato mais rápido do mundo; fila de espera é de 2 anos e custo de US$ 85 mi
4
Ministério Público investiga ligações entre a Equatorial e o escândalo do Banco Master na privatização da Sabesp
5
O que as startups para 60+ revelam sobre a Economia Prateada