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EXCLUSIVO: suplementação animal ganha espaço no mercado pet
Publicado 07/10/2025 • 18:30 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 07/10/2025 • 18:30 | Atualizado há 8 meses
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O mercado pet vai muito além dos cães e gatos, afirmou Jorge Bacila, presidente da Organnact, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. “São cerca de 100 produtos voltados para pequenos animais, e entre eles, cães e gatos têm necessidades distintas. O diferencial da nossa empresa é respeitar a espécie e desenvolver sempre produtos que façam sentido para o aumento da longevidade dos pets dentro dos lares, das famílias”, disse.
Segundo Bacila, a suplementação para pets já existe desde 1993, mas foi a pandemia que impulsionou o segmento. “Sempre foi um mercado com participação pequena, mas isso mudou bastante. Com a pandemia, passamos a cuidar mais da nossa saúde e, como consequência, houve esse despertar para cuidar melhor também dos nossos animais.”
O executivo destacou ainda os nichos com maior potencial de crescimento no setor. “Existe hoje uma grande discussão sobre saúde intestinal e imunidade, e a gente sabe o quanto uma flora equilibrada permite que o organismo absorva melhor os nutrientes. Dentro da suplementação, temos uma oportunidade enorme de inovação com foco nesses dois pontos. São produtos que ajudam não só na prevenção, mas no bem-estar contínuo dos pets.”
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Sobre as diferenças em relação aos suplementos humanos, Jorge Bacila explicou que não há equivalência direta. “Hoje, whey e vitamina D não são utilizados em pequenos animais. Usamos muito probióticos, prebióticos, beta-glucanas, vitaminas e minerais, que são essenciais para o sistema imune dos pets. Cada ingrediente tem uma função específica e é escolhido com base nas necessidades reais dos animais, que variam muito conforme a fase da vida”, afirmou.
Bacila também ressaltou a importância da pesquisa na estratégia da empresa, liderada por seu pai. “Temos um setor interno de pesquisa e desenvolvimento sempre atento às tendências mundiais. O Brasil não deve nada para países como os Estados Unidos ou os da Europa. Aqui, levamos no mínimo dois anos para lançar um produto, com muito zelo e responsabilidade, porque estamos lidando com vidas que hoje são vistas como membros da família.”
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