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TSE nega retirada de fiscais do PL durante apuração
Publicado 26/10/2026 • 07:37 | Atualizado há 14 minutos
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Publicado 26/10/2026 • 07:37 | Atualizado há 14 minutos
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Marcelo Camargo/Agência Brasil
Sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. A Corte negou que fiscais do PL tenham sido retirados durante a apuração do segundo turno das eleições presidenciais.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desmentiu, na madrugada desta segunda-feira (26), a afirmação do senador Flávio Bolsonaro (PL) de que fiscais do partido foram retirados da sala-cofre da Corte durante a apuração do segundo turno das eleições presidenciais. Segundo o tribunal, a acusação é falsa.
Em comunicado publicado após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o TSE esclareceu que a sala-cofre não é aberta à visitação. O tribunal informou ainda que dois representantes do PL acompanharam os procedimentos de fiscalização e a divulgação dos resultados em outras dependências da Corte.
De acordo com a Justiça Eleitoral, os fiscais estiveram no Teste de Integridade das Urnas, realizado no subsolo do edifício, acompanharam a totalização dos votos na Sala de Totalização e visitaram a Sala dos Partidos Políticos, localizada no quinto andar. O TSE afirmou que há registros de presença e filmagens que comprovam o acesso dos representantes aos locais permitidos.
Leia também: DECISÃO 2026: Flávio Bolsonaro não reconhece derrota e anuncia pedido de anulação da eleição
Após a confirmação da reeleição de Lula, na noite de domingo (25), Flávio Bolsonaro afirmou que não reconheceria o resultado da votação nas condições em que ocorreu e anunciou que sua equipe jurídica pediria a anulação do segundo turno.
O senador questionou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que prorrogou o horário de votação até as 19h em seções que ainda estavam abertas.
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Siga o Times | CNBCDurante o pronunciamento, Flávio também alegou que fiscais do PL haviam sido retirados da sala-cofre do TSE após a decisão judicial.
Na resposta divulgada nesta segunda-feira, o tribunal explicou que a Sala de Totalização pode ser acessada por fiscais partidários, observadores internacionais, advogados e integrantes do Ministério Público, entre outros representantes autorizados.
O TSE ressaltou que os dois fiscais do PL acompanharam a divulgação dos resultados e que há registros de presença nos locais visitados, além de filmagens feitas na Sala de Totalização.
A Corte não informou, no comunicado, se os registros e as imagens serão divulgados publicamente.
O resultado da eleição presidencial foi anunciado na noite de domingo pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques.
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