Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
A missão do novo CEO da Americanas: enxugar o negócio
Publicado 27/08/2025 • 00:07 | Atualizado há 1 ano
Sobrevivente do 11 de Setembro transforma a Alger Management em gigante de R$ 240 bilhões
Emirados Árabes Unidos planejam investir 40 bilhões de euros na Alemanha com foco em data centers
Ações da Dell disparam após início do financiamento pela RBC, com alta de quase 350% em 2026
Rússia e Irã defendem BRICS como alternativa às sanções e à pressão financeira do Ocidente
Preços do petróleo caem com força após altas semanais de dois dígitos acima de US$ 100
Publicado 27/08/2025 • 00:07 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Em fato relevante divulgado nesta semana, a Americanas comunicou ao mercado que está promovendo uma mudança no comando da varejista. O executivo Fernando Soares, que até então era vice-presidente de operações da empresa, assumirá a função de CEO a partir de 1º de outubro.
Soares, que está na operação da Americanas há quase um ano, substitui Leonardo Coelho, que será transferido para o Comitê Financeiro da companhia. Antes de chegar à Americanas, Soares liderou e organizou a reestruturação da Domino’s no Brasil e também passou pela AB-Inbev.
A missão de Soares será mais desafiadora do que a enfrentada na rede de pizzarias. A Americanas possui um histórico complicado: a companhia ainda se recupera do escândalo fiscal que gerou um rombo de R$ 40 bilhões no caixa. O negócio só não faliu graças ao aporte dos sócios de referência.
Leia também: Em recuperação judicial, Americanas anuncia Fernando Dias Soares como novo CEO
Embora a reestruturação esteja em fase final e o processo de recuperação judicial nos capítulos derradeiros, a Americanas ainda precisa provar ao mercado que pode operar no longo prazo com uma alavancagem saudável. Em 2022, em meio à crise fiscal, a relação dívida/Ebitda se aproximou de 6x.
Atualmente, os números são bem mais positivos, embora parcialmente camuflados pelo aporte financeiro que salvou a empresa. Mesmo com uma dívida bruta de R$ 1,88 bilhão, a companhia terminou o segundo trimestre deste ano com R$ 103 milhões em caixa. Isso, porém, não significa que a situação esteja totalmente resolvida.
>> Leia mais artigos da coluna de Rodrigo Loureiro
A Americanas precisa definir o destino de ativos que podem pesar no balanço no longo prazo. Um exemplo é a rede Natural da Terra. No processo de recuperação judicial, a empresa comprometeu-se com os credores a vender a operação de hortifrutis adquirida em 2021 por R$ 2,1 bilhões.
Ao coletar ofertas pela varejista, a Americanas sabe que dificilmente recuperará o valor pago há quatro anos. Até o momento, nenhuma proposta cobriu sequer 50% do que foi investido.
O plano de tornar o negócio mais enxuto inclui também o fechamento de lojas físicas. Nos 12 meses encerrados em junho, a Americanas fechou definitivamente 101 lojas, terminando o primeiro semestre com 1.521 pontos físicos.
Embora as lojas físicas tenham apresentado crescimento em volume de vendas — 35,7% no ano —, a companhia entende a necessidade de ajustar o número de unidades. O objetivo interno é manter cerca de 1.500 lojas, pelo menos neste primeiro momento.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Mega-Sena 3056: confira as seis dezenas sorteadas pelo prêmio de mais de R$ 75 milhões
2
Festa de Vorcaro teve 120 mulheres, celulares recolhidos e convites a autoridades
3
‘Carros’ vira inspiração para nova coleção de chuteiras da Adidas em parceria com a Pixar; confira valores
4
Novo mapa-múndi mostra o tamanho real dos países; veja o maior
5
iPhone 18: veja preços e diferenças entre os modelos