A Circle, empresa emissora da segunda maior stablecoin do mundo, fez sua estreia na Bolsa de Valores de Nova York na última semana.
O movimento provocou forte repercussão nos mercados financeiro e de criptoativos, marcando a aproximação entre setores antes considerados distintos.
O executivo explicou que a Circle se posiciona como uma nova empresa de infraestrutura de internet voltada ao setor financeiro.
A Circle, empresa emissora da segunda maior stablecoin do mundo, fez sua estreia na Bolsa de Valores de Nova York na última semana. O movimento provocou forte repercussão nos mercados financeiro e de criptoativos, marcando a aproximação entre setores antes considerados distintos.
“Estamos atualizando o dólar para a internet e fazendo com que isso funcione no mercado de capitais e na movimentação de dinheiro”, afirmou Jeremy Allaire, CEO da empresa, em entrevista à CNBC americana.
O executivo explicou que a Circle se posiciona como uma nova empresa de infraestrutura de internet voltada ao setor financeiro. Segundo ele, a missão sempre esteve direcionada a aproximar essas duas áreas e, com isso, atender a uma demanda crescente por soluções que ampliem escala, rentabilidade e inovação técnica no setor.
De acordo com o Rodrigo Batista, CEO da Digitra, o IPO da Circle foi um dos mais relevantes dos últimos 20 a 30 anos. A ação da empresa passou de US$ 31 para cerca de US$ 112, acumulando valorização de quatro vezes em poucos dias.
O resultado é considerado um marco para empresas de tecnologia, financeiras e do setor cripto. “A gente está vendo um surgimento de um novo ambiente de dinheiro, um novo ambiente digital, que é essa nova internet do dinheiro, e a Circle é quem está capturando melhor essa infraestrutura, pelo menos nos Estados Unidos”, observou Rodrigo.
Para ele, a operação reforça o papel dos Estados Unidos como centro de inovação tecnológica e financeira, ampliando a liderança do país também no mercado de ativos digitais.
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