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Cripto Brasil relembra os principais momentos de seu ano de estreia na TV; veja
Publicado 25/12/2025 • 11:54 | Atualizado há 4 semanas
Publicado 25/12/2025 • 11:54 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
O Cripto Brasil encerrou 2025 com uma retrospectiva dos principais momentos de seu ano de estreia, marcado pela consolidação do primeiro programa da televisão brasileira dedicado exclusivamente à criptoeconomia.
Ao longo dos meses, a atração reuniu entrevistas, reportagens especiais e debates sobre a rápida transformação do setor, combinando mercado, tecnologia e impacto social.
Um dos destaques foi a análise do crescimento do mercado cripto. Segundo o apresentador Rodrigo Batista, a expansão do setor “foi brutal”, superando inclusive o ritmo de crescimento da própria internet. “Quando eu comecei, existia uma única moeda, o Bitcoin. Hoje temos mais de 30 milhões de tokens emitidos, com uma taxa de criação entre 30 mil e 100 mil novos tokens por dia”, disse.
Para Batista, a entrada de grandes instituições financeiras e o envolvimento da família Trump no universo cripto mostram que “nem os mais otimistas imaginavam que chegaríamos tão rápido a esse ponto”.
O programa também relembrou a entrevista sobre a moeda social Aratu (A$), projeto baseado em blockchain implantado em Indiaroba, no Sergipe. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Instituto Plexus e a plataforma e-dinheiro e busca fortalecer a economia local.
Leia também: Projeto coloca moeda social Aratu na blockchain para democratizar o acesso financeiro no Brasil
“O Instituto Plexus tem como propósito democratizar o acesso aos benefícios das tecnologias emergentes para regenerar a economia, os ecossistemas e a sociedade”, explicou Camila Rioja, fundadora da instituição. O projeto conecta tecnologias da web 2 com a web 3 para gerar impacto social concreto.
Outro momento marcante da temporada foi a reportagem sobre biometria da palma da mão, apresentada durante uma visita à Dinamo Networks, empresa brasileira especializada em cibersegurança e identidade digital. A tecnologia permite identificação e pagamentos sem o uso de dispositivos físicos.
Leia também: Empresa brasileira apresenta biometria da palma da mão para identificação e pagamentos
“O Pix foi uma revolução, mas ainda obriga a pessoa a estar com o celular na mão. A ideia é não ter dispositivo nenhum, apenas a palma da mão”, explicou um dos executivos da empresa, ressaltando que os dados biométricos são criptografados para evitar fraudes.
O Cripto Brasil vai ao ar toda quarta-feira, às 22h30, no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Não perca os próximos episódios para acompanhar as transformações do universo cripto.
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