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‘A moeda social Aratu é uma ferramenta de regeneração econômica’, diz fundadora do Instituto Plexus
Publicado 05/06/2025 • 12:42 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 05/06/2025 • 12:42 | Atualizado há 11 meses
KEY POINTS
O lançamento da moeda social Aratu em blockchain já começou. O projeto-piloto está sendo implantado na cidade de Indiaroba, em Sergipe, sendo liderado pelo Instituto Plexus, fundado por Camila Riola, em parceria com a plataforma e-Dinheiro.
Segundo Camila, o Instituto Plexus é um instituto de ciência e tecnologia com o propósito de democratizar o acesso aos benefícios das tecnologias emergentes. Como disse em entrevista ao Cripto Brasil, apresentado por Rita Wu, a missão é promover a regeneração econômica, ecológica e social.
“Esse piloto em Indiaroba exemplifica exatamente esse propósito. A gente busca testar como fazer a conexão do que chamamos de backblockchain por baixo do capô, que é o e-Dinheiro, uma tecnologia tradicional da web2, com a blockchain, a tecnologia da web3”, explicou.
Indiaroba, que tem cerca de 18 mil habitantes, foi escolhida por características específicas. Segundo ela, a cidade tem uma dinâmica econômica própria, baseada principalmente na maricultura de um crustáceo chamado aratu, que dá nome à moeda social.
“Os motivos pelos quais Indiaroba foi escolhida têm a ver com a natureza da economia local e com os benefícios que já foram percebidos pela comunidade com o uso da moeda”, afirmou.
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Como explicou Camila, a moeda social é um instrumento de desenvolvimento da economia local. “O Brasil é pioneiro nesse movimento, com o Banco Palmas sendo um precursor. A moeda social é pareada um a um com o real brasileiro, depende da existência de um banco comunitário ou municipal, e pretende principal impulsionar a economia solidária”, disse.
A circulação da moeda fica restrita à própria região, fortalecendo o comércio local, ampliando o acesso ao crédito, muitas vezes com tarifas reduzidas ou até zeradas e permitindo usos diversos: remuneração por trabalho, compras e vendas, ou até o recebimento de benefícios sociais. “É um crédito da comunidade para a comunidade”, concluiu.
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