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Nova tributação pode encarecer o acesso a criptomoedas no Brasil, diz CEO da Digitra
Publicado 23/05/2025 • 16:46 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 23/05/2025 • 16:46 | Atualizado há 12 meses
KEY POINTS
A elevação do imposto sobre operações cambiais deve impactar negativamente o mercado de criptomoedas no Brasil, disse Rodrigo Batista, CEO da Digitra, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
“Esse custo que era de 0,38% multiplicou quase por 10, para 3,5%. A primeira implicação é que esse custo vai aumentar, ou a distorção entre o bitcoin brasileiro e o comprado em outros países vai crescer por conta desse imposto”, afirmou o diretor.
Segundo Batista, a maioria das criptomoedas no Brasil é importada, devido ao alto custo de energia, mão de obra e equipamentos de computação no país. “As criptomoedas que existem aqui são praticamente 100% importadas ou vendidas por brasileiros que já têm alguma reserva. Quem faz isso normalmente são os arbitradores, que compram no exterior, fazem o câmbio e vendem nas bolsas locais”.
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O CEO ainda explicou que as stablecoins, que ainda são isentas de tributação, vêm ganhando espaço como alternativa. “Aqui na Digitra, a gente já percebeu um aumento no consumo. Acredito que vai haver também um aumento no uso de cartões de crédito e débito que usam a moeda. É um produto novo no mercado que está começando a ganhar atração”.
Batista acredita que os custos maiores serão inevitavelmente repassados ao consumidor. “As exchanges brasileiras têm custos em dólar, como segurança, computação em nuvem e mão de obra especializada. Se isso afeta a margem ou a operação, a gente tem que repassar, e quem paga é o cliente”.
Ele falou sobre a relação entre o governo e o setor cripto: “A política fiscal ainda não tem a criptomoeda como prioridade. Talvez agora, entendendo o impacto das stablecoins como rota alternativa, o governo comece a olhar com mais atenção. Mas, por enquanto, ainda não é algo que está no radar principal das autoridades”.
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