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Stablecoins surgem como alternativa ao IOF em transações internacionais, diz Sarah Uska
Publicado 27/05/2025 • 21:39 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 27/05/2025 • 21:39 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Com o aumento recente do IOF sobre operações internacionais, consumidores precisam buscar alternativas mais vantajosas, e as criptomoedas tem papel importante nesse cenário, disse Sarah Uska, especialista cripto no Bitybank, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
“É hora de pesquisar mesmo. Hoje temos diversas opções, como contas nacionais, internacionais e também as criptomoedas, que vêm sendo cada vez mais utilizadas para transações internacionais”.
Sarah explicou que as stablecoins, criptomoedas atreladas a moedas fiduciárias como o dólar e o euro, oferecem vantagens sobre os meios tradicionais. “Com as stablecoins, a gente consegue desburocratizar muita coisa. O mercado cripto é global, funciona 24/7 e tem menos intermediários. Se você faz uma transação de stable para stable, sem converter para moeda fiduciária, não há incidência de IOF”.
A especialista destacou o crescimento acelerado do uso dessas moedas digitais. “Em maio de 2025, o mercado global de stablecoins atingiu um volume de 200 bilhões de dólares, segundo a Forbes. No Brasil, entre 2023 e 2024, houve um crescimento de quase 25% no uso dessas moedas. Empresas, inclusive o Bitybank, estão desenvolvendo produtos específicos para atender essa nova demanda”.
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Segundo Uska, apesar da falta de uma regulação definitiva, as operações com cripto são legais. “O Banco Central está organizando a casa. As transações são legais, mas os detalhes estão sendo alinhados entre Receita Federal, CVM e Banco Central. A previsão é que a regulação final para as criptomoedas, incluindo stablecoins, seja publicada no segundo semestre de 2025”.
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Siga o Times | CNBCSarah fez um alerta para quem ainda hesita em aderir ao novo formato. “Quem está pensando em fazer pagamentos internacionais tem que considerar a stablecoin não só como uma alternativa ao IOF, mas como um meio de pagamento que, quem não se adaptar agora, está beirando a obsolescência”.
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