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Produção brasileira de noz-pecã se recupera e pode atingir até sete mil toneladas neste ano
Publicado 17/02/2026 • 11:15 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 17/02/2026 • 11:15 | Atualizado há 1 mês
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Divulgação
A produção brasileira de noz-pecã deve ficar entre 6,5 mil e 7 mil toneladas na safra de 2026, sinalizando uma retomada depois de anos mais fracos. A projeção é do Instituto Brasileiro de Pecanicultura, que atribui o avanço principalmente à grande carga de frutos nos pomares e à entrada de novas áreas em produção.
Segundo o presidente da entidade, Claiton Wallauer, o volume pode se aproximar do nível registrado em 2023 – e até superá-lo. A estimativa também leva em conta a base mais baixa de comparação de 2025, quando a colheita foi afetada pelos impactos das enchentes do ano anterior.
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Mesmo com maior oferta, a avaliação do instituto é que os preços não devem sofrer quedas bruscas. A entidade aponta que a demanda externa e a abertura de novos mercados podem sustentar valores próximos aos do ciclo passado, especialmente para lotes de melhor qualidade.
No cenário internacional, o preço de referência, baseado na noz norte-americana, permanece em nível considerado atrativo, enquanto Estados Unidos e México não formaram estoques relevantes, o que mantém o mercado aquecido.
O coordenador técnico Jaceguáy Barros afirma que o desempenho positivo ocorre apesar de condições climáticas atípicas. Desde a primavera, chuvas acima da média elevaram a umidade nos pomares. Em dezembro, o acumulado médio chegou a 240 milímetros; em janeiro, a 236 milímetros.
O ambiente úmido e quente aumentou a incidência de doenças, com registros pontuais de antracnose e queda de frutos.
A previsão climática indica novos volumes elevados de chuva nos próximos dias e tendência de precipitações acima da média em março e abril, ainda que irregulares. Nesse cenário, o manejo hídrico e fitossanitário torna-se decisivo.
Barros destaca que períodos com 25 a 30 milímetros de chuva permitem suspender a irrigação por curto prazo, mas a retomada rápida é necessária para garantir o enchimento adequado dos frutos.
Outro fator de risco é a disponibilidade de mão de obra na colheita, etapa crítica para a qualidade final. A operação precisa ser rápida para evitar perdas no solo e exige equipamentos compatíveis com pomares mais desenvolvidos. Ainda assim, o instituto sustenta que a alta carga de frutos observada em grande parte das áreas reforça a expectativa de expansão da oferta nacional em 2026.
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