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Amazon fecha lojas Fresh e Go em estratégia para fortalecer o Whole Foods
Publicado 27/01/2026 • 18:34 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 27/01/2026 • 18:34 | Atualizado há 5 meses
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John K Thorne / Wikimedia Commons
A Amazon anunciou nesta terça-feira (27) que está fechando suas lojas físicas das marcas Go e Fresh para concentrar esforços na rede Whole Foods e no serviço de entrega de compras online.
As unidades Go e Fresh funcionavam como centros de inovação para a Amazon, servindo de campo de testes para sistemas como a eliminação de caixas registradoras e a cobrança automática de itens retirados pelos clientes ao saírem da loja.
“As marcas Go e Fresh mostraram o que era tecnologicamente possível, mas não o que era economicamente viável”, afirmou Zak Stambor, analista sênior da Emarketer. “A aposta agora é que o mercado de massa de mantimentos venda de forma mais eficiente por meio de entregas no mesmo dia, tendo o Whole Foods como sua principal marca de varejo físico.”
Segundo a empresa, as vendas de supermercado em seu serviço de entrega no mesmo dia cresceram 40 vezes no último ano. Além disso, a companhia informou que está testando uma opção de entrega ultra-rápida de alimentos frescos e outros itens em 30 minutos ou menos.
A Amazon “continuará inventando em prol dos clientes para desenvolver um formato de loja física de massa que ofereça seleção diferenciada, valor e conveniência”, afirmou a gigante do e-commerce fundada por Jeff Bezos em uma publicação oficial. Entre as ideias exploradas está um novo “supercentro” de varejo, onde os clientes poderão comprar desde alimentos até itens essenciais para a casa e mercadorias em geral.
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A meta da Amazon é abrir mais de 100 novas unidades do Whole Foods nos próximos anos, sendo que algumas lojas Go e Fresh serão convertidas para a bandeira Whole Foods.
Desde que a rede foi comprada pela Amazon em 2017 — em um negócio avaliado em US$ 13,7 bilhões —, as vendas do Whole Foods cresceram 40% e o número de unidades subiu para mais de 550 locais, informou a gigante do varejo. Com esses números, a Amazon se posiciona como uma das três maiores varejistas de alimentos dos Estados Unidos.
“Acreditamos que a realocação de recursos da Amazon para o Whole Foods e para a experiência de entrega rápida deve beneficiar seu ecossistema logístico (flywheel)”, disse Colin Sebastian, analista sênior de pesquisa da Baird Equity, em nota aos investidores, argumentando que o setor de supermercados representa uma grande oportunidade de crescimento para a companhia.
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