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Casas Bahia propõe cláusula de ‘poison pill’ para impedir ofertas hostis; entenda
Publicado 01/04/2025 • 10:57 | Atualizado há 10 meses
Publicado 01/04/2025 • 10:57 | Atualizado há 10 meses
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Casas Bahia.
Divulgação Casas Bahia.
A Casas Bahia propôs a inclusão de um novo artigo em seu estatuto social que exige uma oferta pública de aquisição de ações (OPA), caso um investidor atinja uma participação acionária relevante na companhia. Conhecido como “poison pill”, o mecanismo tem o objetivo de impedir ofertas hostis e proporcionar mais estabilidade para os papéis da varejista.
A proposta foi aprovada pelo conselho de administração da empresa em reunião realizada em 26 de março e será submetida à deliberação dos acionistas em assembleia convocada para o dia 30 de abril.
O estatuto atual da Casas Bahia não prevê um acionista controlador, e cerca de 75% de suas ações estão disponíveis para negociação, segundo informações do site da companhia.
A iniciativa ocorre em meio a uma forte valorização das ações da Casas Bahia, que acumulam alta de mais de 200% em 2025 após um período prolongado de quedas.
No mês de março, o investidor Rafael Ferri adquiriu 5,11% do capital da empresa, por meio de ações e derivativos, e declarou na segunda-feira (31) que pode aumentar sua participação no grupo.
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