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CEO da Renault, Luca de Meo, deixa montadora e deve migrar para o mercado de luxo
Publicado 15/06/2025 • 18:31 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 15/06/2025 • 18:31 | Atualizado há 10 meses
De Meo deixa a indústria automobilística e deve seguir para o mercado de luxo; ações da Kering reagem com a possível mudança.
Reprodução/Renault
O presidente executivo da Renault, Luca de Meo, deixará a montadora francesa em julho para buscar “novos desafios”, informou a empresa neste domingo (15). Segundo o jornal Le Figaro, De Meo será nomeado novo CEO da Kering, controladora da Gucci.
De Meo, executivo italiano conhecido por seu perfil dinâmico, esteve à frente da Renault por cinco anos. Durante sua gestão, conduziu a transição da empresa para veículos elétricos e redesenhou a aliança estratégica com a Nissan, vigente há mais de duas décadas. A Renault confirmou sua saída, com efeito, a partir de 15 de julho. O governo francês detém 15% da companhia.
A Kering não comentou a informação. Se confirmada, a movimentação marca uma mudança significativa para o grupo de luxo, fundado e controlado pela família Pinault. A transição ocorre em um momento de pressão para recuperar o desempenho da Gucci, cujo desempenho decepciona os investidores.
Na última semana, a mídia francesa noticiou que François-Henri Pinault, CEO da Kering desde 2005, estaria preparando sua sucessão e avaliando separar os cargos de presidente e CEO. Fontes indicam que ele está diretamente envolvido no processo de transição.
A Kering, dona também das marcas Yves Saint Laurent e Balenciaga, cancelou de forma inesperada um evento com analistas previsto para esta segunda-feira, sem justificativa oficial. As ações da empresa acumulam queda superior a 60% nos últimos dois anos, refletindo alertas de lucro recorrentes e mudanças na direção criativa da Gucci.
Sob o comando de Pinault, a Kering se consolidou como grupo de luxo puro, impulsionada por anos de crescimento liderado pela Gucci e pelo estilo “feio-chique” do ex-diretor criativo Alessandro Michele. No entanto, com a perda de fôlego da marca no pós-pandemia e a dívida superior a € 10 bilhões, a empresa enfrenta o risco de novo rebaixamento de crédito.
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