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A farmacêutica americana Eli Lilly firmou um acordo de US$ 2,75 bilhões (R$ 14,47 bilhões) com a Insilico Medicine, empresa com ações listadas em Hong Kong, para levar ao mercado global medicamentos desenvolvidos com inteligência artificial.

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CEOs citam avanço da IA como fator para deixar cargos nos EUA

Publicado 31/03/2026 • 06:20 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Executivos veem IA como nova fase de transformação que exige mudança de liderança.
  • Coca-Cola e Walmart apontam velocidade das mudanças tecnológicas como fator decisivo.
  • Empresas aceleram uso de IA em operações, experiência do cliente e estratégia de crescimento.

James Quincey, CEO da Coca-Cola

Divulgação/Coca-Cola

Dois executivos de grandes empresas nos Estados Unidos apontaram, nos últimos meses, o avanço da inteligência artificial (IA) como um dos fatores que influenciaram suas decisões de deixar o comando das companhias.

O movimento sinaliza como líderes corporativos estão avaliando a transição tecnológica em curso e o impacto da IA nas estratégias de longo prazo das empresas.

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O CEO da Coca-Cola, James Quincey, afirmou à CNBC que sua saída está ligada à necessidade de lideranças capazes de conduzir a próxima fase de transformação. “Meu papel também é pensar qual é o melhor time para liderar a próxima etapa. E concluí que era o momento de colocar outra pessoa em campo para a próxima onda de crescimento”, disse.

À frente da companhia desde 2017, Quincey será substituído pelo atual COO, o brasileiro Henrique Braun.

Segundo o executivo, a empresa avançou em um cenário anterior à popularização da IA generativa, mas agora enfrenta uma nova mudança estrutural. “Antes da IA, fizemos muito progresso. Mas agora há uma grande transformação pela frente”, afirmou. Ele acrescentou que a Coca-Cola precisa de “alguém com energia para conduzir uma nova fase de transformação”.

Declarações semelhantes foram feitas por Douglas McMillon, ex-CEO do Walmart, que deixou o cargo no início deste ano. Segundo ele, a velocidade das mudanças impulsionadas pela IA foi determinante para a decisão.

“Com o que está acontecendo com a IA, eu poderia começar essa nova transformação, mas não conseguiria concluí-la”, afirmou à CNBC.

McMillon disse que passou a reavaliar sua permanência ao projetar os próximos anos de evolução do varejo, incluindo o avanço do chamado “comércio orientado por IA” e novas formas de experiência de compra.

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Ele foi substituído por John Furner, ex-chefe da operação do Walmart nos Estados Unidos.

O Walmart tem ampliado o uso de inteligência artificial para otimizar a cadeia de suprimentos, desenvolver assistentes digitais e aprimorar a experiência do consumidor.

Para McMillon, a tendência é de aceleração desse processo. “A equipe do Walmart vai continuar escalando o que já começamos, construir novas soluções e usar IA para transformar tudo”, disse.

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