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Imposto de Renda 2026: veja o passo a passo para declarar investimentos

Publicado 08/04/2026 • 09:11 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Manter controle mensal das operações e guardar todos os comprovantes, é uma prática que facilita o preenchimento da declaração do Imposto de Renda.
  • Para quem investe em ações, também é necessário ter em mãos notas de corretagem e relatórios específicos das operações.
  • A obrigatoriedade inclui investidores que venderam mais de R$ 40 mil em ações no ano anterior ou que obtiveram lucro com operações em bolsa.
Como declarar investimentos no Imposto de Renda 2026? Veja passo a passo

Foto: reprodução

Como declarar investimentos no Imposto de Renda 2026? Veja passo a passo

Com o início do prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda 2026, investidores precisam organizar documentos e informar corretamente seus ativos à Receita Federal para evitar erros e cair na malha fina.

O processo deve ser feito no programa oficial, com base nos informes fornecidos por bancos e corretoras, e exige atenção aos diferentes tipos de investimento e suas regras de tributação.

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Por onde começar?

O primeiro passo é reunir o informe de rendimentos disponibilizado pelas instituições financeiras. De acordo com o blog do Banco do Brasil, esse documento traz dados essenciais, como saldos, rendimentos e CNPJ das fontes pagadoras.

Para quem investe em ações, também é necessário ter em mãos notas de corretagem e relatórios específicos das operações realizadas ao longo do ano.

Leia também: Imposto de Renda: tudo que você precisa saber sobre as regras da Receita para 2026

Em seguida, o contribuinte deve acessar o programa da Receita Federal e preencher as fichas correspondentes, principalmente as áreas de “Bens e Direitos” e “Rendimentos”.

Quem precisa declarar?

A obrigatoriedade inclui investidores que venderam mais de R$ 40 mil em ações no ano anterior ou que obtiveram lucro com operações em bolsa. Mesmo quem movimentou valores menores deve declarar se realizou operações de day trade.

Também entram na lista pessoas que receberam mais de R$ 200 mil em rendimentos isentos ou tributados exclusivamente na fonte, além de quem possui aplicações no exterior.

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Renda fixa exige atenção aos códigos

Aplicações como CDB, Tesouro Direto, LCI e LCA devem ser informadas na ficha “Bens e Direitos”, dentro do grupo de aplicações financeiras.

O contribuinte precisa indicar o tipo de investimento, o CNPJ da instituição e os saldos em 31 de dezembro de cada ano.

No caso de títulos isentos, como LCI e LCA, o código é diferente dos produtos tributáveis, como CDB e títulos públicos. Os rendimentos também devem ser declarados na ficha adequada, conforme a tributação.

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A poupança, apesar de isenta, não fica de fora, o saldo deve ser informado normalmente, assim como os ganhos obtidos.

Ações têm duas etapas

Para quem investe em ações, o preenchimento é dividido. Primeiro, é necessário declarar a posição em carteira, informando quantidade, preço médio e valor total investido.

Depois, é preciso detalhar os resultados das operações. Lucros com vendas mensais de até R$ 20 mil, em operações comuns, são isentos, mas ainda assim devem ser informados.

Leia também: Imposto de Renda 2026: veja como baixar o informe de rendimentos no banco, empresa e INSS

Já operações acima desse valor ou day trade exigem o recolhimento de imposto e a declaração na ficha de renda variável.

Prejuízos também devem ser registrados, pois podem ser usados para reduzir o imposto sobre ganhos futuros, desde que respeitado o tipo de operação.

Dividendos, JCP e fundos imobiliários

Dividendos recebidos de empresas são isentos e devem ser declarados na ficha de rendimentos isentos. Já os juros sobre capital próprio são tributados e entram como rendimentos sujeitos à tributação exclusiva.

No caso dos fundos imobiliários, os rendimentos distribuídos também são isentos, mas precisam ser informados. Além disso, ganhos com a venda de cotas devem ser declarados na aba de renda variável.

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O que acontece se não declarar?

A Receita Federal cruza dados enviados por bancos e corretoras, o que facilita a identificação de inconsistências. A omissão de informações pode levar o contribuinte à malha fina e gerar multa.

Caso algum dado seja esquecido, a orientação é enviar uma declaração retificadora o quanto antes para corrigir o erro.

Leia também: Imposto de Renda 2026: quem tem prioridade no pagamento da restituição?

Manter controle mensal das operações e guardar todos os comprovantes, é uma prática que facilita o preenchimento da declaração do Imposto de Renda e reduz o risco de erros.

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