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Conheça produtos inusitados que a China lançou com IA
Publicado 08/12/2025 • 22:50 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 08/12/2025 • 22:50 | Atualizado há 1 mês
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Pixabay
Inteligência Artificial
O mercado chinês de dispositivos equipados com inteligência artificial deixou de ser promessa: ele já está acontecendo, e em ritmo acelerado. Enquanto empresas dos EUA ainda discutem qual será “o iPhone da era da IA”, fabricantes chinesas inundam o mercado com produtos que vão dos práticos aos completamente inusitados.
O impulso vem de uma vantagem estrutural, segundo Kai-Fu Lee, CEO da 01.AI e um dos nomes mais influentes do setor. “A vantagem vem do fato de a China ser, na essência, um país de fabricação”. Na avaliação dele, o ciclo de disputa tecnológica, hoje concentrado em software e modelos, “em breve vai migrar para os dispositivos”.
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Desde que a Meta lançou seus smartglasses em 2023, mais de 70 empresas chinesas entraram no segmento. Marcas como Inmo e Rokid já são vendidas globalmente, enquanto gigantes como Xiaomi e Alibaba mantêm seus modelos apenas no mercado doméstico, com IA proprietária.
No mundo corporativo, a plataforma DingTalk, da Alibaba, apresentou um dispositivo do tamanho de um cartão de crédito capaz de gravar, transcrever, resumir e analisar conversas a até 8 metros de distância, concorrente direto do Plaud Note, vendido nos EUA.
Nem tudo, porém, é funcional. A startup Le Le Gaoshang Education Technology lançou um gadget que parece uma mistura de travesseiro de viagem com focinheira: ele abafa a voz do usuário e usa IA da Tencent e da iFlyTek para ajudar pais chineses com pouco inglês a ensinar a língua aos filhos. Preço sugerido: US$ 420.
A abundância de dispositivos cria, na prática, um laboratório em escala nacional. “Enquanto lá fora as pessoas ainda discutem como será o futuro dos dispositivos de IA, aqui o mercado já está cheio deles”, afirma Tom van Dillen, consultor da Greenkern, em Pequim. Esse ecossistema favorece a adoção rápida e a coleta de dados em massa.
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A corrida, entretanto, está longe de ser decidida. Preocupações sobre privacidade e limitações das IAs locais podem travar a expansão internacional das marcas chinesas.
Para Lee, vencer exigirá mais do que escala. “Para realmente colher os frutos, é preciso ser o ‘iPhone’ do setor”. A China, diz ele, tem engenheiros, empreendedores e capacidade produtiva, “mas vai ser uma disputa acirrada”.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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