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Conselho da Petrobras aprova retorno da distribuição de gás de cozinha
Publicado 08/08/2025 • 12:07 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 08/08/2025 • 12:07 | Atualizado há 11 meses
KEY POINTS
Arquivo/Agência Brasil
Fachada da sede da Petrobras, no Rio de Janeiro.
A Petrobras anunciou na noite de quinta-feira (7) que seu conselho de administração aprovou o retorno da estatal ao negócio de distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP), popularmente conhecido como gás de cozinha ou botijão.
A empresa havia deixado esse setor durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022). Em 2020, a Petrobras vendeu a Liquigás, subsidiária responsável pela distribuição de GLP, para os grupos privados Copagaz e Nacional Gás Butano.
No comunicado, a Petrobras não detalhou como será a volta ao mercado de distribuição de gás, deixando em aberto se a empresa pretende atuar na venda direta de botijões para consumidores residenciais.
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A decisão ocorre em um contexto de preocupação do governo federal, principal acionista e controlador da estatal, com os preços do botijão de gás. No fim de maio, durante a inauguração da transposição do Rio São Francisco, no sertão da Paraíba, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o valor final do gás para as famílias brasileiras.
“A Petrobras manda o gás de cozinha a R$ 37. Quando é que chega aqui? Cento e dez reais, R$ 120, tem estado que é R$ 140. E eu posso dizer para vocês que está errado. Vocês não podem pagar R$ 140 por uma coisa que custa R$ 37 da Petrobras. Está certo que tem o custo do transporte, mas não precisa pagar tanto”, afirmou Lula.
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