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Apple planeja cinco novos iPhones até 2027 e avalia chips fabricados na China em meio a avanço nos dobráveis, dizem relatórios
Publicado 02/07/2026 • 11:40 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 02/07/2026 • 11:40 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: unsplash
A Apple planeja lançar pelo menos cinco novos modelos de iPhone entre o segundo semestre deste ano e o primeiro semestre de 2027.
A Apple planeja lançar pelo menos cinco novos modelos de iPhone entre o segundo semestre deste ano e o primeiro semestre de 2027, ao mesmo tempo em que aumenta os planos de produção para dispositivos dobráveis, buscando disputar uma fatia maior do mercado em meio a uma escassez de fornecimento de componentes em todo o setor, informou a Nikkei Asia na quinta-feira (02).
A gigante de tecnologia dos EUA instruiu os fornecedores a se prepararem para produzir cerca de 10 milhões de iPhones dobráveis este ano, acima de uma previsão anterior de 7 milhões a 8 milhões de unidades, disse a reportagem, citando fontes familiarizadas com o assunto.
Leia também: Vazamento expõe rede de fornecedores e testes do futuro iPhone 18 Pro da Apple; veja
Antes de lançar seu primeiro dispositivo dobrável, a Apple já garantiu componentes para cerca de 80 milhões de smartphones distribuídos entre os novos modelos para o segundo semestre de 2026, de acordo com a Nikkei Asia.
Espera-se que a produção total de smartphones da Apple para 2026 ultrapasse 220 milhões de unidades, apontou o relatório. Sua escala e poder de barganha na aquisição de memórias e componentes continuam significativamente mais fortes do que a maioria de seus concorrentes, mesmo com a escassez impulsionada pela demanda relacionada à IA se espalhando pela indústria.
Isso permitiu que a Apple navegasse pelas falhas de fornecimento de forma mais eficiente do que rivais chinesas como Xiaomi, Oppo e Vivo, que cortaram suas metas anuais de produção para menos de 100 milhões de unidades cada, informou a Nikkei Asia.
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“Comparadas ao poder de barganha da Apple, as fabricantes chinesas de smartphones estão em uma posição de desvantagem para obter mais suprimentos de chips de memória ou para negociar preços”, disse um executivo de um fornecedor que atende tanto a Apple quanto a Xiaomi à Nikkei Asia. “Isso dá à Apple uma boa motivação para lançar os iPhones na primavera [do hemisfério norte] e abocanhar mais da participação delas.”
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Siga o Times | CNBCOs esforços da Apple para garantir componentes ocorrem no momento em que a escassez global de memória — impulsionada pela demanda de data centers voltados para inteligência artificial — eleva os custos em todo o setor.
A Bloomberg informou na quinta-feira que a Apple está em negociações para adquirir chips de memória para dispositivos vendidos na China das fabricantes locais ChangXin Memory Technologies e Yangtze Memory Technologies, ambas incluídas em uma lista do Pentágono de empresas que supostamente apoiam as forças militares de Pequim. A Apple não confirmou as discussões, e a Bloomberg relatou que as negociações continuam em andamento.
Segundo relatos, a Apple busca ampliar sua base de fornecedores à medida que a escassez de memória sobrecarrega a produção em todo o setor de eletrônicos de consumo.
Leia também: Escassez de memória que afeta Apple e Microsoft representa ‘crise existencial’ para empresas menores
A Apple planeja introduzir pelo menos dois novos iPhones no primeiro semestre de 2027, incluindo o iPhone 18 padrão e um novo “iPhone Air”, de acordo com a Nikkei Asia.
O agressivo cronograma de produtos surge após a Apple implementar aumentos de preços para suas linhas de MacBook e iPad na semana passada, motivados pela disparada nos custos de memória e armazenamento.
A Apple não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da CNBC.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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