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Abrava denuncia alta do diesel e pede intervenção do governo para evitar abusos nos postos
Publicado 10/03/2026 • 19:54 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 10/03/2026 • 19:54 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, denunciou que postos do Centro-Oeste estão elevando o preço do diesel e pediu intervenção do governo federal para evitar abusos no valor do combustível e problemas de abastecimento.
Segundo Chorão, o aumento ocorre em meio a forte volatilidade no mercado internacional de petróleo, o que exige ação de órgãos reguladores para proteger caminhoneiros e consumidores.
“O preço passou de R$ 6,50 para R$ 7,50 e em alguns lugares já chega a R$ 8 o litro, e pegou a categoria em plena safra. A preocupação maior é no Centro-Oeste, onde já começou a faltar diesel”, afirmou Wallace Landim em vídeo divulgado nas redes.
De acordo com ele, o governo federal deveria acionar o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para regular o mercado e investigar possíveis abusos nos preços.
Leia também: Hungria impõe teto à gasolina e diesel e deve liberar parte de reservas por avanço do petróleo
No mercado internacional, o petróleo Brent iniciou a semana perto de US$ 120 por barril (R$ 625,20) e nesta terça-feira operava em queda, na faixa de US$ 88 por barril (R$ 458,48). A volatilidade fez com que o diesel nas refinarias brasileiras acompanhasse a alta do heating oil (óleo de aquecimento), derivado semelhante ao diesel, pressionando os preços no país.
Apesar do cenário, a Petrobras mantém o preço do diesel nas refinarias inalterado há mais de 300 dias, numa tentativa de evitar repassar a volatilidade do mercado internacional aos preços internos.
Já refinarias privadas, como a Refinaria da Amazônia (Ream) e a Refinaria de Mataripe, na Bahia, elevaram em mais de 20% o preço do diesel, ampliando a pressão sobre o mercado nacional.
Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), até agora apenas um registro de dificuldade pontual de aquisição de diesel por produtores rurais foi identificado no Rio Grande do Sul.
Leia também: Conflito no Irã pressiona diesel, e biodiesel tem menor preço desde 2023 no Centro-Oeste
Ainda de acordo com a ANP, a produção e a entrega do combustível seguem em ritmo normal na região, principalmente por meio da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), da Petrobras.
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