Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Petróleo fecha em baixa com sinais diplomáticos entre EUA e Irã e tarifas americanas
Publicado 24/02/2026 • 17:47 | Atualizado há 4 meses
Dow Jones fecha praticamente estável após atingir recorde histórico; Nasdaq inicia julho em queda
EUA não renovam acordo comercial trilateral com o Canadá e o México e abrem nova rodada de negociações
PlayStation encerrará produção de discos físicos para novos jogos em 2028
Lamborghini lança novo SUV híbrido de alta performance após desistir de planos para carros elétricos
Anthropic: governo Trump remove restrições de exportação do Claude Fable 5 e do Mythos 5
Publicado 24/02/2026 • 17:47 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
Foto: Unsplash.
Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa nesta terça-feira (24) com a situação entre Estados Unidos e Irã seguindo como o principal driver para os preços. Sinalizações diplomáticas de Teerã de que há interesse em buscar um acordo com Washington acabaram reduzindo os prêmios por risco. No radar segue ainda as disputas tarifárias, inclusive com o anúncio de redução das cobranças globais de 15% para 10% pelo presidente Donald Trump. Além disso, os desdobramentos da guerra entre Rússia e Ucrânia para o mercado de hidrocarbonetos continuam monitorados neste dia que marca quatro anos do começo do conflito.
Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para abril fechou em queda de 1,02% (US$ 0,68), a US$ 65,63 o barril. Já o Brent para maio caiu 0,75% (US$ 0,53), a US$ 70,58 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE).
O vice-ministro de Relações Exteriores do Irã, Majid Takht-Ravanchi, afirmou que o país está “pronto para chegar a um acordo o mais rápido possível” com os EUA, e fará “tudo o que for necessário para que isso aconteça”, segundo a agência de notícia Isna.
Leia mais:
Petróleo cai, em ponderação sobre negociações EUA-Irã e tensões Rússia-Ucrânia
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBC“A maior parte do recente aumento de preço se deve a um prêmio de risco crescente. O preço está bem acima do justo do petróleo, o que poderia ser explicado apenas por fatores fundamentais. Os spreads temporais da curva a termo do Brent, ou seja, os diferenciais de preço para os vários vencimentos dos contratos, também aumentaram consideravelmente”, aponta o Commerzbank.
Na sexta-feira, era necessário pagar um prêmio de US$ 3,5 pelo petróleo com entrega em um mês em comparação com o petróleo com entrega em sete meses, pontua. Em comparação com o petróleo com entrega em 12 meses, o prêmio correspondente chegou a mais de US$ 5. A última vez que os spreads de prazo foram maiores foi em junho de 2025, quando ocorreu a guerra de 12 dias entre Israel e Irã, que terminou com um ataque dos EUA às instalações nucleares iranianas.
A Transneft, monopólio da Rússia de oleodutos, reduziu a entrada de petróleo bruto em seu sistema em cerca de 250 mil barris por dia, disseram fontes à Reuters, após um ataque com drones da Ucrânia à estação de bombeamento de Kaleykino causar um incêndio. O local abastece o oleoduto Druzhba, que transporta petróleo bruto de Moscou para o Leste europeu.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
CBF exclui CazéTV da disputa pelos direitos da Copa do Brasil até 2030
2
Anthropic libera modelo Fable 5 globalmente após fim de restrições dos EUA
3
Quem é a brasileira que administra a carreira milionária do jogador norueguês Haaland
4
Departamento do Tesouro Americano bloqueia bens de empresários brasileiros nos EUA por ligação com PCC
5
Justiça decide pedido de falência e OI pode deixar de existir