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Petróleo fecha perto da estabilidade, com expectativa por definições na negociação de EUA-Irã
Publicado 25/02/2026 • 17:36 | Atualizado há 2 semanas
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Publicado 25/02/2026 • 17:36 | Atualizado há 2 semanas
KEY POINTS
O petróleo fechou perto da estabilidade nesta quarta-feira (25), em uma sessão marcada por grandes expectativas sobre as tratativas entre Estados Unidos e Irã, com negociações previstas para Genebra na sexta-feira. No discurso de Estado da União, o presidente Donald Trump reforçou buscar um acordo nuclear com o país persa, mas os termos seguem sem definições, mantendo a probabilidade de escalada militar e potencial de elevar os prêmios de risco da commodity.
Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para abril fechou em queda de 0,32% (US$ 0,21 – R$ 1,08), a US$ 65,42 (R$ 334,95) o barril.
Já o Brent para maio subiu 0,15% (US$ 0,11 – R$ 0,56), a US$ 70,69 (R$ 361,93) o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE).
O enviado especial da Casa Branca, Steve Witkoff, afirmou que o governo exige que qualquer futuro acordo seja permanente. “Não há cláusula de caducidade. Queremos que se comportem pelo resto de suas vidas”, disse. Nesta quarta, os EUA lançaram nova rodada de sanções a indivíduos, entidades e embarcações relacionadas ao Irã.
O Irã reagiu, com autoridades alternando entre classificar as declarações do republicano como “grandes mentiras” e afirmar que as discussões podem resultar em um acordo por meio de “diplomacia honrosa”.
A Arábia Saudita aumentou a produção e exportações de petróleo como parte de um plano de contingência caso um ataque dos EUA interrompa o fornecimento do Oriente Médio, segundo a Reuters. O plano é semelhante ao de 2025, quando os EUA atacaram instalações nucleares iranianas, e o país reduzirá a produção caso não haja interrupções, para manter conformidade com suas cotas da Organização de Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+).
A Opep+ deve avaliar aumentar a produção em 137 mil barris por dia (bpd) a partir de abril, encerrando uma pausa de três meses, segundo a Reuters. O grupo se prepara para o pico da demanda de verão no Hemisfério Norte, enquanto as tensões sustentam os preços.
Os estoques de petróleo nos Estados Unidos subiram 15,989 milhões de barris, muito acima da projeção de 1,2 milhão de barris, reforçando a influência dos dados de oferta sobre o comportamento do mercado.
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