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EXCLUSIVO CNBC: CEO da Nvidia defende acordo entre governo dos EUA e Anthropic após veto do Pentágono
Publicado 05/05/2026 • 20:30 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 05/05/2026 • 20:30 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou que espera uma solução entre o governo dos Estados Unidos e a Anthropic após o Pentágono excluir a empresa de acordos com grandes companhias de inteligência artificial para uso de tecnologia em redes sigilosas.
Em entrevista exclusiva à CNBC, Huang disse reconhecer a relevância da Anthropic para o avanço da IA, apesar de não concordar com todas as posições da companhia.
“Eu espero que o governo e a Anthropic resolvam isso. A Anthropic é uma companhia incrível. Eles possuem uma cultura fantástica. Eles têm um sistema de crenças que é realmente profundo”, afirmou.
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O Pentágono anunciou recentemente acordos com grandes empresas de inteligência artificial, mas deixou a Anthropic de fora por supostos riscos à cadeia de suprimentos.
Huang afirmou que as contribuições da empresa para inteligência artificial, programação em nuvem e sistemas agentivos são relevantes para o setor. Segundo ele, discordâncias entre empresas não impedem a cooperação profissional.
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Siga o Times | CNBC“Eu não concordo com todas as posições deles. E Dario e eu somos claros de que não precisamos concordar com tudo. E ainda assim podemos ser civilizados trabalhando um com o outro”, disse.
O CEO da Nvidia também afirmou que não gostaria de ser consultado pela Casa Branca sobre o uso de tecnologia da companhia em uma guerra. Para Huang, esse tipo de decisão deve caber a autoridades eleitas.
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“Nós não somos funcionários eleitos. Eu não sou um funcionário eleito. E, quando os Estados Unidos entram em guerra, eu apreciaria não receber um telefonema perguntando se minha tecnologia deveria ser usada”, afirmou.
Segundo ele, a razão é que executivos devem confiar no julgamento das autoridades responsáveis por decisões de Estado. Caso discorde, disse Huang, o caminho adequado é exercer seus direitos como cidadão.
“Eu confiaria no julgamento deles. E, se eu não concordar com eles, posso me apresentar e exercer meus direitos como cidadão para votar na próxima eleição”, disse.
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