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Exclusivo: MAPFRE lança seguro inédito para proteger florestas e créditos de carbono na COP30
Publicado 21/11/2025 • 21:01 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 21/11/2025 • 21:01 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
A COP30 marcou a estreia de um modelo de seguro voltado para florestas nativas e projetos de carbono. A MAPFRE apresentou em Belém o “bioseguro”, produto que cobre perdas ambientais e garante a reposição de créditos de carbono em casos de eventos extremos. A iniciativa foi lançada na Casa do Seguro e reuniu representantes do governo, empresas de reflorestamento e agentes financeiros.
Segundo Fabio Damasceno, diretor de seguro rural da MAPFRE, que foi entrevistado pelo Real Timeo produto cobre não apenas o valor comercial da floresta, mas também o valor da biodiversidade. Ele explica que o seguro busca reduzir a incerteza de projetos de longo prazo, que podem levar de 20 a 40 anos para maturar. “São investidores com dúvidas sobre como garantir o retorno… e o seguro repõe créditos por um período que permite manter o projeto vivo até a área se recuperar”, disse.
O modelo é considerado pioneiro no país. Damasceno afirma que não existiam soluções equivalentes no mercado, apenas garantias financeiras com limitações importantes — sobretudo diante do avanço dos riscos climáticos. O bioseguro é o primeiro produto da MAPFRE protocolado na Susep com classificação de “seguro sustentável”, por apresentar indicadores concretos de impacto ambiental.
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A seguradora também divulgou um estudo da MAPFRE Economics sobre o déficit global de proteção contra eventos climáticos. A cobertura média no mundo é de 48%. Na América Latina, apenas 19%. Esse cenário abre oportunidades para seguros voltados à matriz energética, operações agroflorestais, cultivo de café e modelos paramétricos — que antecipam indenizações em regiões onde o seguro tradicional não cobre ou se torna inviável.
Damasceno reconhece que grandes desastres, como as enchentes no Rio Grande do Sul ou o ciclone que atingiu municípios do Paraná, desafiam o setor. Mesmo assim, ele aponta uma lacuna significativa de proteção. No caso gaúcho, propriedades a mais de 10 quilômetros do rio foram inundadas. No Paraná, o impacto combinado de chuvas e ventos atingiu quase 40 cidades. “Boa parte dessas áreas não tinha cobertura… e o desafio permanece enorme”, avaliou.
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