Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
EXCLUSIVO CNBC: Bank of America gasta mais de US$ 250 milhões/ano em medicamentos contra obesidade dos funcionários, revela CEO Brian Moynihan
Publicado 06/08/2026 • 17:38 | Atualizado há 3 meses
ALERTA DE MERCADO:
Ibovespa cai 1,6% com cautela do investidor; dólar sobe para R$ 5,04
CEO da Nvidia diz que demanda por neoclouds está “nas alturas”, mas falta capital
Anthropic anuncia prévia do Claude Duet, agente pessoal de IA para competir com Muse e Dots
Tesla supera expectativas de lucros e vendas, mesmo com queda na receita do setor automotivo
Meta é condenada a pagar multa de US$ 25 bilhões no caso Cambridge Analytica
Barclays planeja cortar 5 mil empregos com avanço da inteligência artificial
Publicado 06/08/2026 • 17:38 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Os investimentos em medicamentos para emagrecer representam um retorno estratégico para o Bank of America, afirma Brian Moynihan, CEO da instituição. Em entrevista à CNBC, o executivo defendeu que o alto custo do benefício é compensado pelos ganhos em saúde, qualidade de vida e produtividade dos funcionários.
Segundo Moynihan, o banco, que mantém um plano de saúde autofinanciado, desembolsa atualmente mais de US$ 2 bilhões (R$ 10,24 bilhões) por ano em assistência médica aos colaboradores. Desse total, cerca de US$ 250 milhões (R$ 1,28 bilhão) são destinados aos medicamentos para emagrecimento, uma despesa que praticamente não existia há poucos anos.
“Gastamos mais de US$ 2 bilhões por ano em saúde e cerca de US$ 250 milhões com medicamentos para emagrecimento. Esse valor saiu praticamente do zero em quatro ou cinco anos”, afirmou.
Leia também: EXCLUSIVO CNBC: Consumo resiliente e economia forte sustentam visão positiva para os EUA, diz CEO do Bank of America
O executivo explicou que parte dos custos é coberta pelas contribuições dos funcionários ao plano de saúde, mas que a maior parcela é absorvida pelo próprio banco.
Segundo ele, o objetivo vai além da cobertura médica e faz parte de uma estratégia mais ampla voltada ao bem-estar dos colaboradores. “Sempre focamos no bem-estar físico e mental. Temos programas que envolvem dezenas de milhares de pessoas e vemos um impacto muito positivo nos funcionários”, disse.
Para Moynihan, as evidências científicas sobre os medicamentos ampliaram a confiança da instituição na manutenção do benefício.
Segundo ele, além da redução de peso, os tratamentos vêm demonstrando efeitos positivos sobre a incidência de doenças cardiovasculares, reforçando o potencial de economia futura com despesas médicas.
“Os estudos mostram uma redução de problemas cardíacos mesmo no curto prazo. É esse retorno que enxergamos e por isso queremos que esses medicamentos se tornem mais baratos e acessíveis”, afirmou.
O CEO acrescentou que a instituição continua pressionando fabricantes e demais agentes do setor para ampliar o acesso aos tratamentos por meio da redução dos preços.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCQuestionado sobre o fato de alguns governos locais dos Estados Unidos enfrentarem dificuldades para custear esse tipo de tratamento, Moynihan reconheceu que o retorno financeiro pode variar conforme o perfil de cada organização.
Ele observou que um funcionário pode deixar a empresa antes que todos os benefícios de longo prazo sejam percebidos, mas afirmou que isso não altera a estratégia adotada pelo banco. “Mesmo que alguém saia da empresa daqui a alguns anos, acreditamos que oferecer acesso ao tratamento é a decisão correta para os nossos colegas”, afirmou.
Segundo o executivo, os funcionários precisam cumprir critérios médicos, incluindo prescrição e qualificação clínica, antes de terem acesso aos medicamentos.
Moynihan destacou que o Bank of America também investe em acompanhamento profissional para os funcionários que utilizam os medicamentos, incluindo programas de saúde e orientação física.
Na avaliação do CEO, oferecer esse tipo de suporte fortalece o ambiente de trabalho e contribui para a atração e retenção de talentos. “Se nossos colegas estão felizes, é isso que importa. Fazemos esse investimento porque queremos ser um ótimo lugar para trabalhar”, afirmou.
Leia também: Bank of America reduz expectativa de cortes e passa a prever Selic em 14,25% no fim de 2026
Para o executivo, acompanhar a evolução dos colaboradores que aderiram aos tratamentos reforçou a convicção de que o programa gera benefícios concretos para a empresa e para os funcionários.
“Tem sido fascinante observar essa transformação. Para nós, esse continua sendo um excelente investimento”, concluiu.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
GERP: Flávio tem 53 pontos e Lula, 47; distância aumenta a cinco dias das eleições
2
Lula promete tarifa zero a cinco dias do 2º turno, mas não detalha como bancar custo bilionário
3
PESQUISA QUE ACERTOU PRIMEIRO TURNO: Flávio tem 53% e Lula 47% dos votos válidos, diz Gerp
4
Luxo: fotos mostram viagens de Lulinha em jato fretado e passeios pagos por empresários; veja
5
DECISÃO 2026: ranking das pesquisas eleitorais mostra diferenças entre as estimativas dos institutos e o resultado das urnas