Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Iraque assina mega acordo de energia com empresa petrolífera chinesa
Publicado 21/05/2025 • 16:40 | Atualizado há 1 ano
Estudo prevê retração do mercado automotivo dos EUA até 2040
Não é substituir o dólar: estratégia da China mira reduzir dependência financeira dos EUA
De café com proteína a refrigerante com CBD: como marcas lucram com a explosão das bebidas funcionais
Escassez de memória que afeta Apple e Microsoft representa ‘crise existencial’ para empresas menores
Como a Kohl’s perdeu relevância – e tenta reconquistar espaço no varejo
Publicado 21/05/2025 • 16:40 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Pixabay
Plataforma de petróleo
O Iraque assinou nesta quarta-feira (21) um importante acordo energético com uma empresa petrolífera chinesa na província de Basra, no sul do país. O objetivo é ampliar a produção de petróleo e construir uma refinaria, além de usinas de eletricidade.
Nos últimos anos, a China consolidou uma presença significativa no Iraque, país rico em petróleo, tornando-se uma das principais parceiras em diversos setores e hoje é uma das maiores importadoras de petróleo bruto iraquiano.
O ministro do Petróleo do Iraque, Hayan Abdel Ghani, anunciou em comunicado a assinatura do megaprojeto com um consórcio formado pela chinesa Geo-Jade Petroleum e pela empresa iraquiana Hilal al-Basra.
Leia também:
China estoca petróleo enquanto tarifas de Trump pressionam preços internacionais
Segundo Abdel Ghani, o projeto pretende elevar a produção de petróleo no campo de Tuba para 100 mil barris por dia.
A iniciativa também contempla a construção de uma refinaria com capacidade para processar 200 mil barris diários, uma usina termoelétrica de 650 megawatts e uma instalação de energia solar com capacidade de 400 megawatts.
O acordo inclui ainda a criação de uma planta petroquímica e de uma fábrica de fertilizantes. Abdel Ghani afirmou que o projeto “contribuirá para o desenvolvimento econômico do país e oferecerá oportunidades de trabalho para milhares” de iraquianos.
O ministério não revelou o custo nem o cronograma do projeto. A Geo-Jade Petroleum já atua no Iraque e está prestes a iniciar um projeto controverso de exploração de petróleo no sul do país, que, segundo ativistas, pode causar grande impacto nos pântanos mesopotâmicos de Huwaizah.
De acordo com o Banco Mundial, o Iraque possui 145 bilhões de barris em reservas comprovadas de petróleo, uma das maiores do mundo, o que representa 96 anos de produção no ritmo atual.
O país tenta superar décadas de guerras e instabilidade, incluindo um conflito sectário após a invasão liderada pelos Estados Unidos em 2003, que derrubou Saddam Hussein.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCTendo recuperado apenas recentemente um grau de estabilidade, as autoridades iraquianas buscam atrair investimentos, especialmente no setor de energia.
No início deste ano, o Iraque concluiu um acordo com a gigante energética BP para desenvolver campos petrolíferos no norte do país.
No mês passado, assinou um memorando de entendimento com a empresa norte-americana GE Vernova para a produção de 24 mil megawatts de eletricidade.
Apesar da sua riqueza petrolífera, o Iraque depende de importações para suprir suas necessidades energéticas e busca aumentar a produção de gás natural para reduzir a dependência do Irã, fornecedor crucial de eletricidade.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Quina de São João tem sorteio milionário
2
GTA VI deve atingir arrecadação bilionária somente na pré-venda; veja
3
Terremoto de magnitude 5,9 atinge Paquistão e Afeganistão sem registro imediato de vítimas
4
Quando é o sorteio da Quina de São João? Veja valor do prêmio
5
EUA atacam o Irã após Trump acusar Teerã de violar o cessar-fogo no Estreito de Ormuz