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Nike divulga resultados do segundo trimestre fiscal de 2026
Publicado 18/12/2025 • 18:56 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 18/12/2025 • 18:56 | Atualizado há 3 meses
A Nike Inc. (NYSE:NKE) divulgou hoje os resultados financeiros do segundo trimestre do exercício fiscal de 2026, encerrado em 30 de novembro de 2025.
A receita do segundo trimestre foi de US$ 12,4 bilhões (R$ 68,4 bilhões), uma alta de 1% no dado divulgado e estável no ajuste neutro de câmbio. A receita do atacado foi de US$ 7,5 bilhões (R$ 41,4 bilhões), um aumento de 8% tanto no resultado divulgado quanto no ajuste neutro de câmbio. A receita da Nike Direct foi de US$ 4,6 bilhões (R$ 25,4 bilhões), uma queda de 8% no resultado divulgado e de 9% no ajuste neutro de câmbio. A margem bruta caiu 3 pontos percentuais, ficando em 40,6%. O lucro diluído por ação foi de US$ 0,53.
“A Nike está no meio da nossa retomada. Estamos avançando nas prioridades iniciais e seguimos confiantes nas ações que estamos tomando para garantir o crescimento e a rentabilidade de nossas marcas a longo prazo”, disse Elliott Hill, presidente e CEO da Nike. “O ano fiscal de 26 segue marcado por atitudes do programa Win Now, como realinhamento das equipes, fortalecimento das parcerias, ajuste do portfólio e conquista de espaço no mercado. Estamos encontrando nosso ritmo na nova estratégia esportiva e nos preparando para a próxima fase de inovação voltada para atletas, em um mercado mais sofisticado e integrado.”
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“No segundo trimestre, mostramos a força do nosso portfólio, com um crescimento modesto no faturamento, mesmo enfrentando desafios para reposicionar nossos negócios em um cenário cheio de mudanças”, afirmou Matthew Friend, vice-presidente executivo e diretor financeiro da Nike. “Estamos fazendo os ajustes necessários para recuperar totalmente nosso portfólio e tomando decisões rápidas para garantir a saúde das nossas marcas no longo prazo.”
A receita da Nike foi de US$ 12,4 bilhões (R$ 68,4 bilhões), alta de 1% no dado divulgado e estável no ajuste neutro de câmbio. A receita da marca Nike foi de US$ 12,1 bilhões (R$ 66,8 bilhões), um aumento de 1% tanto no resultado divulgado quanto no ajuste neutro de câmbio, puxado principalmente pelo crescimento na América do Norte, parcialmente compensado por quedas na Grande China e APLA.
A receita do atacado foi de US$ 7,5 bilhões (R$ 41,4 bilhões), alta de 8% tanto no dado divulgado quanto no ajuste neutro de câmbio, impulsionada pelo crescimento na América do Norte. A receita da Nike Direct foi de US$ 4,6 bilhões (R$ 25,4 bilhões), queda de 8% no resultado divulgado e de 9% no ajuste neutro de câmbio, devido à redução de 14% no digital da marca Nike e de 3% nas lojas próprias.
A receita da Converse foi de US$ 300 milhões (R$ 1,6 bilhões), queda de 30% no resultado divulgado e de 31% no ajuste neutro de câmbio, com recuo em todas as regiões. A margem bruta caiu 3 pontos percentuais, ficando em 40,6%, principalmente por causa do aumento de tarifas na América do Norte.
Os custos com vendas e despesas administrativas subiram 1%, totalizando US$ 4,0 bilhões (R$ 22 bilhões) . Os gastos com marketing e criação de demanda foram de US$ 1,3 bilhão (R$ 7,1 bilhões), alta de 13%, puxada pelo aumento nas ações de marketing de marca e de esportes. As despesas de pessoal e outras administrativas caíram 4%, ficando em US$ 2,8 bilhões (R$ 15,4 bilhões), devido à redução de custos com salários e outras despesas administrativas.
A alíquota efetiva de imposto foi de 20,7%, contra 17,9% no mesmo período do ano passado, principalmente por mudanças na composição dos lucros. O lucro líquido foi de US$ 800 milhões (R$ 4,4 bilhões), queda de 32%, e o lucro diluído por ação ficou em US$ 530 milhões (R$ 2,9 bilhões), baixa de 32%.
Os estoques da Nike estavam em US$ 7,7 bilhões (R$ 68,4 bilhões), queda de 3%, refletindo a redução em unidades, parcialmente compensada pelo aumento dos custos dos produtos, principalmente devido ao crescimento das tarifas na América do Norte.
O caixa, equivalentes de caixa e investimentos de curto prazo somaram US$ 8,3 bilhões (R$ 42,5 bilhões), uma queda de aproximadamente US$ 1,4 bilhão (R$ 7,7 bilhões), já que o caixa gerado pelas operações foi superado pelos pagamentos de dividendos, quitação de dívidas, recompra de ações e investimentos em capital.
A Nike tem um histórico sólido de retorno aos acionistas, com 24 anos seguidos de aumento nos dividendos. No segundo trimestre, a empresa devolveu cerca de US$ 598 milhões (R$ 3,3 bilhões) aos acionistas em forma de dividendos, um aumento de 7% em relação ao ano anterior.
A diretoria da Nike vai realizar uma teleconferência a partir das 19h (horário de Brasília) no dia 18 de dezembro de 2025, para comentar os resultados do segundo trimestre fiscal. A transmissão será ao vivo pela internet. Quem não puder acompanhar ao vivo poderá ouvir a gravação até as 2h da manhã do dia 9 de janeiro de 2026.
A Nike, com sede próxima a Beaverton, Oregon, é líder mundial em design, marketing e distribuição de tênis, roupas, equipamentos e acessórios esportivos para os mais variados esportes e atividades físicas. A Converse, marca subsidiária integral da Nike, desenvolve, comercializa e distribui calçados, roupas e acessórios com estilo esportivo.
Este comunicado traz declarações prospectivas, que envolvem riscos e incertezas que podem fazer com que os resultados reais sejam bem diferentes dos previstos. Esses riscos e incertezas são detalhados periodicamente em relatórios apresentados pela Nike à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), incluindo os formulários 8-K, 10-Q e 10-K.
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