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Nubank recebe aprovação unânime para fazer parte da Febraban
Publicado 17/03/2026 • 08:36 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 17/03/2026 • 08:36 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Nubank/Divulgação
Os recursos vão bancar avanços em inteligência artificial, novos produtos, expansão de escritórios e contratações, segundo a fintech.
O Nubank passou a integrar o quadro associativo da Febraban, informou a entidade na segunda-feira (16). A federação também convocou uma assembleia para abril, quando será eleita a nova administração.
A entrada da instituição foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Diretor da Febraban, na primeira reunião ordinária de 2026, após recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente-executivo do Itaú Unibanco.
Segundo o CEO da Febraban, Isaac Sidney, a adesão sinaliza o interesse do Nubank em participar dos fóruns de diálogo e articulação institucional do setor, além de reforçar o papel da entidade na construção de soluções em um ambiente representativo.
“A iniciativa do Nubank é muito bem-vinda, pois demonstra seu interesse em participar ativamente dos espaços de diálogo e de articulação institucional da indústria e, ao mesmo tempo, evidencia a valorização, por parte da Febraban, da pluralidade, do debate qualificado e da construção setorial de soluções em um ambiente representativo e diverso”, disse.
Para a CEO do Nubank no Brasil, Livia Chanes, a filiação amplia a contribuição da companhia para o sistema financeiro. Em nota, ela afirmou que a instituição pretende levar à federação sua experiência em inovação, inclusão financeira e foco no cliente, mantendo o compromisso de simplificar produtos e reduzir a complexidade do setor.
Com a entrada, o Nubank passa a integrar as principais instâncias deliberativas da Febraban e amplia sua participação nos debates estratégicos da entidade.
A adesão ocorre em meio ao plano da companhia de obter licença bancária. Hoje, o Nubank é a maior instituição financeira privada do país em número de clientes.
A atuação na Febraban se soma à participação em outras entidades do setor, como Zetta, ABBC e ANBIMA, com foco em agendas de competitividade, inovação e sustentabilidade.
Fundado há 12 anos, o Nubank reúne 131 milhões de clientes no mundo. Em 2025, registrou receita de US$ 16,3 bilhões e lucro líquido de US$ 2,9 bilhões. No Brasil, são 113 milhões de clientes, mais de 60% da população adulta, com 29 milhões de pessoas incluídas no sistema financeiro nos últimos anos. A instituição também figura entre as que têm menor índice de reclamações do setor, segundo o Banco Central.
A chegada do Nubank à Febraban marca uma mudança na natureza do relacionamento entre duas instituições que, até o final do ano passado, trocavam acusações públicas. Em dezembro, a associação representativa dos grandes bancos afirmou que a fintech buscava explorar o que chamou de “meia entrada regulatória” para obter vantagens competitivas.
A declaração era uma resposta a uma publicação em que o CEO do Nubank, David Vélez, alegava que o banco digital pagava mais impostos que grandes rivais e seria responsável por fomentar a inclusão financeira.
Na réplica, a Febraban citava uma série de dados que indicariam o Nubank como “campeão dos juros e da inadimplência”, com alta lucratividade. O tema ficou em evidência ao longo do último ano, em meio às discussões no Congresso do projeto de lei que resultou no aumento gradual da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de fintechs.
Apesar disso, no começo do ano, as fintechs e os bancos tradicionais voltaram a se aproximar e chegaram a soltar comunicados conjuntos, diante da defesa à atuação do Banco Central no caso Master, alvo de questionamentos no Tribunal de Contas da União (TCU) e de alguns grupos políticos.
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