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Preocupação com IA sobe para 54% e já rivaliza com cibersegurança
Publicado 22/05/2026 • 07:00 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 22/05/2026 • 07:00 | Atualizado há 3 semanas
KEY POINTS
A preocupação corporativa com a inteligência artificial subiu para 54% e já compete diretamente com os temores tradicionais que envolvem a segurança cibernética.
Paulo Gomes, diretor do Instituto dos Auditores Internos do Brasil, destacou que o cenário global de ataques cibernéticos e sequestro de dados acendeu o alerta em diversos segmentos do mercado latino-americano.
“Qualquer empresa tá sujeita, inclusive tem até sequestro de dados. Houve uma evolução muito grande e nós podemos dizer que a IA é bem útil para a sociedade, mas, por outro lado, os mal-intencionados também usam, e por isso as empresas têm que se proteger”, alertou.
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O especialista explicou como combater as fraudes. “O auditor tem que lidar com esse risco e se capacitar cada vez mais. Uma das questões que a gente sempre orienta em auditoria é fazer teste de invasão para ver se aquele ambiente tá seguro, além de também ter que contratar empresas especializadas no tema”, sugeriu ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC.
Gomes ressaltou ainda o papel da própria tecnologia como ferramenta estratégica para que as equipes de auditoria consigam simular cenários e antecipar riscos complexos no mercado.
Ele explicou que, hoje, é possível usar esses casos reais e simulá-los em ferramentas de inteligência artificial, que inclusive ajudam a projetar cenários futuros. Segundo ele, há também ferramentas que auxiliam no combate ao uso indevido dessa tecnologia.
“Você precisa agir e tomar decisões rápidas. À medida que você demora a agir e a criar procedimentos, você deixa o ambiente sempre vulnerável. O desafio é convencer a alta gestão e os legisladores a avançar rapidamente com legislação específica para proteção”, concluiu.
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