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ServiceNow quer comprar a startup de cibersegurança Armis em um negócio bilionário
Publicado 14/12/2025 • 14:31 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 14/12/2025 • 14:31 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Divulgação / Armis
O CEO da Armis, Yevgeny Dibrov, e o CTO, Nadir Izrael
A ServiceNow está em negociações avançadas para comprar a startup de cibersegurança Armis, que foi avaliada em US$ 6,1 bilhões (R$ 33,1 bilhões), informou a Bloomberg. O negócio, que pode chegar a US$ 7 bilhões (R$ 37,9 bilhões), seria a maior aquisição da ServiceNow, segundo a publicação, que cita fontes familiarizadas com a situação que pediram para não serem identificadas porque as negociações são privadas.
A aquisição pode ser anunciada já nesta semana, mas ainda pode não se concretizar, de acordo com a reportagem. A Armis e a ServiceNow não responderam imediatamente a um pedido de comentário da CNBC.
A Armis, que ajuda empresas a proteger e gerenciar dispositivos conectados à internet e a protegê-los contra ameaças cibernéticas, levantou US$ 435 milhões (R$ 2,4 bilhões) em uma rodada de financiamento há pouco mais de um mês e informou à CNBC sobre seus planos para um IPO.
O CEO e cofundador Yevgeny Dibrov afirmou que a Armis pretende abrir seu capital no final de 2026 ou início de 2027, dependendo das “condições de mercado”. A decisão da Armis de ser adquirida em vez de esperar por uma oferta pública inicial (IPO) é um caminho comum para startups atualmente.
O mercado de IPOs permanece instável e muitas startups estão optando por permanecer privadas por mais tempo, em vez de arriscar uma estreia discreta no mercado de ações. Fundada em 2016, a Armis anunciou em agosto que ultrapassou US$ 300 milhões (R$ 1,6 bilhão) em receita recorrente anual (ARR), um marco alcançado menos de um ano após atingir US$ 200 milhões (R$ 1,1 bilhão) em ARR.
Sua rodada de financiamento mais recente foi liderada pelo fundo de capital de crescimento da Goldman Sachs Alternatives, com participação da CapitalG, braço de capital de risco da Alphabet. Investidores anteriores incluem Sequoia Capital e Bain Capital Ventures.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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