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Entenda como a pausa para hidratação se tornou uma oportunidade comercial na Copa do Mundo
Publicado 25/06/2026 • 21:54 | Atualizado há 6 dias
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Publicado 25/06/2026 • 21:54 | Atualizado há 6 dias
KEY POINTS
As pausas para hidratação adotadas nas partidas da Copa do Mundo vão além da preocupação com as altas temperaturas enfrentadas pelos atletas. Segundo Cacá Bueno, comentarista do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, a medida também se consolidou como uma importante oportunidade comercial para emissoras, patrocinadores e para a própria FIFA.
Em entrevista ao quadro Negócios em Jogo, Bueno explicou que as interrupções criam novas janelas para publicidade durante as transmissões, algo que era limitado enquanto a bola estava em jogo.
“Hoje, o cooling break tem um grande apelo comercial para pagar os direitos de transmissão”, afirmou.
Segundo o comentarista, durante as partidas da FIFA as emissoras possuem restrições para inserir publicidade com a bola rolando. As pausas para hidratação passaram a oferecer um espaço para exibição de anúncios, além de permitirem ativações comerciais dos patrocinadores oficiais do torneio.
Bueno destacou ainda que a própria FIFA passou a comercializar esse momento, transformando uma medida inicialmente voltada ao bem estar dos atletas em um ativo de geração de receita.
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Na avaliação do comentarista, a tendência é que as pausas permaneçam nas próximas edições da Copa do Mundo.
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Siga o Times | CNBC“Para as competições da FIFA, me parece que veio para ficar“.
Além das mudanças durante as partidas, Cacá comentou a possibilidade de a Copa do Mundo ampliar novamente o número de participantes. Após a expansão para 48 seleções em 2026, já existem discussões sobre um Mundial com 64 equipes a partir da década de 2030.
Para ele, o aumento não reduziria significativamente o nível técnico da competição e ainda ampliaria o alcance comercial do torneio.
“Você teria mais arrecadação para a FIFA, mais arrecadação para a Copa do Mundo e mais nações participando”, afirmou.
Segundo Bueno, um torneio com mais seleções também facilitaria a divisão de partidas entre diferentes países sedes, ampliando o potencial de público e de receitas em futuras edições da competição.
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