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Quem manda no Botafogo agora? Entenda a mudança após saída de Textor
Publicado 28/04/2026 • 17:00 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 28/04/2026 • 17:00 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: Reprodução/Botafogo
A crise financeira e institucional do Botafogo ganhou um novo capítulo nesta semana com o afastamento do empresário e dono da SAF, John Textor. A decisão acontece em meio a um pedido de recuperação judicial, além de um cenário de forte pressão interna, com dívidas elevadas e pressão sobre a gestão atual.
O afastamento do gestor coloca em dúvida quem comanda o Botafogo durante a ausência do americano. Vale lembrar que o afastamento não significa que o clube está fora da Eagle Football, empresa fundada e comandada por John Textor.
Leia também: Em dois dias, Botafogo pede recuperação judicial e vê Textor ser afastado do comando da SAF
O afastamento de John Textor, anunciado nas redes sociais do Botafogo, acontece em meio às tensões envolvendo a gestão da SAF e os impactos financeiros das decisões recentes. O empresário, que controla cerca de 90% da SAF desde 2021, era a principal figura à frente do projeto esportivo e financeiro do clube.
Com sua saída temporária, o Botafogo passa a ter uma nova configuração de comando, com a gestão sendo redistribuída entre executivos e representantes ligados à estrutura da SAF.
Sem Textor, o comando operacional do Botafogo passa para dirigentes internos. De acordo com o clube, Durcesio Mello assume para exercer a função de diretor-geral interino. A nomeação do novo mandatário é obrigatória para dar sequência na SAF da instituição.
Na prática, isso significa que as decisões do dia a dia, como gestão financeira, planejamento esportivo e relações institucionais, passam a ser conduzidas por uma estrutura mais administrativa presente dentro do modelo do clube.
Além da crise financeira do clube, que já existia antes da SAF, o Botafogo também entrou em uma disputa judicial com o Olympique Lyonnais, equipe francesa que também faz parte do conglomerado da Eagle Football.
Na ocasião, o clube carioca pediu cerca de R$ 745 milhões em uma cobrança que envolve uma série de empréstimos feitos pelo Botafogo ao Lyon dentro da estrutura de John Textor. O processo segue em andamento, com algumas etapas concluídas e positivas por parte do clube carioca.
Leia também: Botafogo rompe o silêncio e admite novos investidores após crise com John Textor
Com a nova estrutura, o clube carioca entra em uma fase de transição. A prioridade passa a ser estabilizar as contas, negociar as dívidas e reorganizar o modelo de gestão.
Ao mesmo tempo, o afastamento de Textor do Botafogo levanta incertezas sobre o futuro da SAF e o papel do investidor no longo prazo. O andamento agora depende tanto das decisões judiciais quanto da capacidade do clube de recuperar sua sustentabilidade financeira.
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