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NBA House reforça Brasil como vitrine global para ativações esportivas
Publicado 16/06/2026 • 21:41 | Atualizado há 2 horas
Publicado 16/06/2026 • 21:41 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
A NBA House em São Paulo mostra como o Brasil se tornou uma vitrine relevante para ativações esportivas globais, avaliou Ana Carolina Medeiros, diretora de Live Marketing do Grupo MM Eventos. A profissional participou do desenvolvimento de projetos de experiência de marca ligados à NBA fora dos Estados Unidos.
Em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, Ana afirmou que o evento cresceu nos últimos cinco anos e passou a refletir melhor o comportamento do público brasileiro em relação ao basquete.
“O Brasil hoje é o segundo maior mercado de NBA, por incrível que pareça”, disse. “Esse esporte, a popularização do esporte, está crescendo absurdo e as marcas começaram a olhar muito mais isso.”
Segundo ela, as ativações atuais são diferentes das realizadas no início da NBA House no país. A mudança ocorreu porque as marcas passaram a entender melhor o que o brasileiro espera da experiência com o esporte.
“Hoje as ativações são totalmente diferentes do que eram cinco anos atrás, quando a gente começou a fazer a casa”, afirmou. “A gente entendeu o que o público brasileiro gosta de sentir, o que gosta de jogar, como entende o esporte.”
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Ana explicou que a NBA House é dividida em dois momentos. As Game Nights reúnem o público para assistir às partidas, enquanto as Fun Days têm foco maior em crianças e famílias.
Segundo ela, isso ajuda a manter o evento ativo mesmo após o encerramento da temporada.
“A casa termina no domingo, onde a gente termina as Fun Days”, disse. “A gente está trazendo também o espírito do esporte para as crianças, para a família, diferente do que a gente traz na Game Night.”
Para Ana, a continuidade da NBA House após as finais mostra que o evento não depende apenas dos jogos decisivos. A proposta é prolongar a relação do público com o esporte e com as marcas.
“Não é porque acabou a Game Night que a casa acabou”, afirmou. “O Brasil está em evidência junto com a NBA, então a casa continua ali e a gente consegue conversar mais um pouquinho com o público.”
Ana afirmou que a NBA tem conseguido se posicionar no Brasil como mais do que uma liga esportiva. Segundo ela, o basquete hoje também se conecta com moda, comunidade e cultura urbana.
“A gente brinca que o basquete é lifestyle”, disse. “O basquete hoje está na moda, está na vivência, está no estilo, está na conversa.”
Ela citou como exemplo ativações inspiradas no basquete de rua, com referências ao Brooklyn, em Nova York. A ideia, segundo Ana, é aproximar o público de uma versão mais livre e acessível do esporte.
“A gente trouxe o basquete de rua, o street, não aquele basquete de quadra tradicional”, afirmou. “É legal porque a gente deixa um basquete para todo mundo, e não um basquete tão certinho.”
Na avaliação de Ana, um dos principais aprendizados da expansão da NBA no país é que o público brasileiro está aberto a outros esportes além do futebol.
“A brasileira não vive só de futebol”, afirmou. “Isso dá uma abertura absurda.”
Ela disse que a presença da NBA no Brasil, assim como de outras ligas internacionais, ajuda novas gerações a terem contato com modalidades diferentes.
“A gente consegue ver as crianças jogando basquete. A NBA veio com escola para cá”, disse. “Trazer uma casa da NBA, trazer uma NFL para o Brasil, está trazendo as crianças, a nova geração, para conhecer outros esportes.”
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Ana afirmou que as marcas passaram a buscar nas ativações esportivas uma relação mais direta com o público, além da exposição tradicional.
Segundo ela, a experiência permite entender quem é o consumidor interessado em basquete e como esse público se relaciona com as marcas.
“As marcas hoje estão atrás de experiência”, disse. “A experiência gera também o relacionamento com o seu comprador.”
Para Ana, esse tipo de ativação ajuda empresas a captar informações, testar formatos e se aproximar de novos segmentos de consumo.
“Hoje as experiências da casa têm muito o lead ali, o que eu estou captando, quem é esse mercado, quem é esse personagem que está curtindo a minha marca e o basquete”, afirmou.
Segundo ela, o interesse crescente das marcas por outros esportes ajuda a explicar a expansão da NBA House no Brasil.
“As marcas estão olhando para outro segmento de esporte”, disse. “Por isso que cada vez mais a casa NBA cresce.”
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