Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Recorde de surfista brasileira reforça mercado global de ondas gigantes
Publicado 23/05/2026 • 13:00 | Atualizado há 1 hora
Ações do Reddit caem após Meta lançar app independente de fóruns online
Mercado reage a especulações sobre possível aquisição da IMAX
Eli Lilly diz que nova geração de emagrecedores supera Mounjaro com perda de até 30% do peso corporal
Anthropic e Microsoft negociam acordo para chips de IA após investimento de R$ 25 bilhões
Gastos com IA devem superar R$ 5 trilhões em 2 anos – e estimativa está muito baixa se Jensen Huang estiver certo
Publicado 23/05/2026 • 13:00 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Reprodução/ Instagram: @bredoliveira
O recorde conquistado pela surfista Michaela Fregonese no litoral de Santa Catarina vai além do esporte e reforça o avanço comercial do mercado global de ondas gigantes, modalidade que atrai patrocinadores internacionais, turismo esportivo e plataformas de mídia digital.
A atleta entrou para a história ao surfar uma onda de 12,25 metros na Laje da Jagua, em Jaguaruna, marca confirmada após análise técnica e considerada a maior já encarada por uma mulher no Brasil.

Leia também: São Paulo inaugura clube de surfe às margens do rio Pinheiros; veja imagens
O feito acontece em um momento de expansão da indústria ligada ao chamado “big wave surfing”, segmento que movimenta marcas globais de energia, relógios, automóveis e vestuário esportivo. O apelo visual das ondas gigantes transformou a modalidade em um ativo estratégico para campanhas publicitárias ligadas à performance, risco e superação.
Além do impacto esportivo, destinos conhecidos por ondas gigantes passaram a gerar receitas com turismo, eventos, hotelaria e produção audiovisual. O principal exemplo é Nazaré, em Portugal, que se consolidou como referência mundial do setor após viralizar nas redes sociais e em plataformas de streaming.
Leia também: Filipe Toledo: trajetória, estilo de surfe e o fenômeno da sua marca pessoal
Jaguaruna, no litoral catarinense, começa a entrar nesse radar internacional. A sessão que resultou no recorde aconteceu após a passagem de um ciclone pela região Sul, condição que gerou um swell, ondulação oceânica de grande intensidade, considerado ideal para a prática do surfe extremo e que atraiu atletas de diferentes partes do País.
O crescimento das transmissões digitais e da audiência nas redes sociais também ampliou o potencial comercial da modalidade. Vídeos de ondas gigantes frequentemente alcançam milhões de visualizações, aumentando o interesse de patrocinadores e plataformas de conteúdo esportivo.
Natural de Curitiba, Michaela, de 45 anos, é um dos principais nomes brasileiros do segmento. Neste ano, ela venceu o Big Wave Challenge, na Califórnia, além das categorias Onda do Ano e Maior Onda do Ano.
Apesar do novo recorde feminino, a maior onda já surfada no Brasil segue sendo a de 14,82 metros, registrada por Lucas Chumbo, também em Jaguaruna, em 2025.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Bombardier apresenta em SP jato mais rápido do mundo; fila de espera é de 2 anos e custo de US$ 85 mi
2
Quando será o sorteio da Mega-Sena de 30 anos? Veja data e prêmio
3
Ministério Público investiga ligações entre a Equatorial e o escândalo do Banco Master na privatização da Sabesp
4
Mega-Sena 30 anos pode pagar R$ 300 milhões no sábado
5
Destaque global: aviação executiva cresce e atrai mercado de alta renda, diz diretor do Catarina Aviation Show