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Beleza S/A: frutas tropicais ganham protagonismo e impulsionam nova fase da perfumaria brasileira
Publicado 22/01/2026 • 16:05 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 22/01/2026 • 16:05 | Atualizado há 3 semanas
KEY POINTS
A perfumaria brasileira vive uma revolução olfativa, com frutas tropicais assumindo papel central na criação de fragrâncias que traduzem identidade e brasilidade. Para analisar essa tendência e seus desdobramentos no mercado, o programa Real Time conversou com Luiza Souza, uma das notáveis do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, que apresentou lançamentos recentes e movimentos estratégicos da indústria.
“Quando chegam mais de um perfume com as mesmas notas, a gente percebe que existe uma tendência”, afirmou Luísa, ao comentar o avanço das fragrâncias frutais. Segundo ela, a novidade mais emblemática vem da Granado, que lançou uma fragrância com banana como nota principal, reforçando a brasilidade em meio à sua expansão internacional.
A especialista explicou que a escolha da fruta não é aleatória e dialoga tanto com o mercado interno quanto com o externo. A marca brasileira, que avança na Europa e nos Estados Unidos, aposta em ingredientes associados ao imaginário tropical para diferenciar seus produtos em um cenário global competitivo.
“É um ato de vender o Brasil. A banana carrega identidade, memória cultural e gera curiosidade”, disse Souza. Ela destacou que, apesar de possíveis resistências do consumidor, o ingrediente cria storytelling e engajamento, especialmente nas redes sociais.
Leia tamém: Para Luiza Souza, a nova beleza é feita para ‘ver, tocar e postar’
Segundo a comentarista, o diferencial está no tratamento sofisticado das frutas, que deixam de ser notas secundárias e passam a protagonizar fragrâncias mais complexas. Madeira e outros acordes equilibram o dulçor, resultando em perfumes menos óbvios e mais criativos.
Outro exemplo citado foi a LENVIE, que lançou o Mango a Gogo, com manga como nota central. Para Luísa, o movimento simultâneo de duas marcas brasileiras reforça a consolidação de uma tendência ligada ao frescor, ao verão e à identidade tropical.
A perfumaria de nicho também amplia a experiência sensorial com produtos complementares. Marcas como Ami apostam em hidratantes pensados para layering, enquanto Gávea e a Becquer Fragrances Lab exploram frutas como damasco, cereja e frutas vermelhas, consolidando o movimento.
“A gente vê claramente as frutas tropicais e vermelhas virando protagonistas”, afirmou a notável, ao destacar a força crescente da perfumaria nacional de nicho e sua capacidade de competir em criatividade com mercados tradicionais.
Além das frutas, a nostalgia surge como estratégia relevante na indústria da beleza. Natura e O Boticário apostam no resgate de fragrâncias descontinuadas, explorando a memória afetiva como ferramenta de engajamento e vendas.
“A nostalgia traz conforto em um momento em que o consumidor está cansado de tanta novidade”, explicou. Segundo ela, mesmo com o risco de frustração, o retorno desses produtos gera conversa, engajamento e reforça a conexão emocional com as marcas.
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