Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Ibovespa recua 0,58% e volta aos 196 mil pontos em nova realização de lucros
Publicado 16/04/2026 • 17:25 | Atualizado há 1 hora
Maior fabricante de chocolate do mundo reduz previsão de lucro com queda do cacau; ações despencam 17%
Trump afirma que líderes de Israel e do Líbano vão negociar
Analistas veem exagero em previsão sobre fim da hegemonia do dólar e avanço do “petroyuan”
EXCLUSIVO CNBC: Corrida por IA não levou a excesso de data centers, diz vice-presidente da IBM
EXCLUSIVO CNBC: CEO da Dell diz que IA americana deve estar amplamente disponível no mundo
Publicado 16/04/2026 • 17:25 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Unsplash
O Ibovespa encerrou a sessão desta quinta-feira (16) em baixa de 0,58%, aos 196.594 pontos, na segunda sessão de ajuste após uma sequência de 11 pregões de alta. Segundo os especialistas ouvidos pela Times Brasil – licenciado exclusivo CNBC, trata-se de um movimento de descompressão de preços após avanços consecutivos.
O movimento é considerado natural. Os mercados financeiros apresentaram comportamento sem direção clara influenciada por eventos significativos. Não houve divulgação de indicadores econômicos relevantes, pronunciamentos de autoridades econômicas ou notícias impactantes sobre o conflito no Oriente Médio.
“A única movimentação digna de nota foi a publicação de Donald Trump no final da tarde, na qual ele alegou ter agendado uma reunião entre líderes do Líbano e de Israel, visando iniciar um cessar-fogo”, afirma Lucca Bezzon, especialista em Inteligência de Mercado da Stonex.
Para ele, diante da ausência de notícias relevantes, notou-se uma leve aversão ao risco se comparada com os pregões anteriores, resultante da falta de definições. “Essa aversão limitou o apetite por risco que vinha sendo observado. Consequentemente, o petróleo e o dólar apresentaram valorização, enquanto o real e outros ativos considerados mais arriscados, como o Ibovespa e índices acionários, registraram perdas”, ele diz.
O principal destaque negativo, segundo João Daronco, analista da Suno Research, foram as empresas do setor de commodities agrícolas, que já enfrentam um ciclo desfavorável nos últimos seis meses, e hoje foram impactadas negativamente pelas condições globais.
“No cenário positivo, a Petrobras se destacou como principal força, impulsionando o índice e sustentando o desempenho geral, em grande parte devido à manutenção dos preços do petróleo em patamares elevados”, afirma.
A valorização das ações da Petrobras nas últimas semanas, apesar de expressiva, ainda não reflete totalmente a perspectiva de um cenário de preços do petróleo acima de US$ 100 por barril por um período prolongado, explica Daronco.
Caso essa tendência se mantenha, as empresas do setor petrolífero tendem a apresentar resultados financeiros significativos. “A continuidade do conflito geopolítico, portanto, pode favorecer a geração de valor dessas empresas”, explica.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Qual era o papel de Daniel Monteiro, advogado preso hoje junto com ex-presidente do BRB
2
O Boticário supera Natura em perfumaria, maquiagem e skincare; GMV soma R$ 38 bi em 2025; veja os dados
3
Shell e Cosan podem perder participação na Raízen? Entenda o risco
4
Anthropic lança Claude Opus 4.7, modelo que vai usar para aprender a controlar o mito que criou
5
Raízen intensifica negociações com credores após reuniões em NY e discute mudanças na gestão