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Bolsas de Nova York oscilam e fecham sem sinal único pressionadas por falas de Powell
Publicado 29/10/2025 • 18:51 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 29/10/2025 • 18:51 | Atualizado há 8 meses
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Pixabay
Bolsas de NY
As bolsas de Nova York encerraram a sessão desta quarta-feira (29) sem sinal único, devolvendo parte dos ganhos. Os índices foram pressionados por declarações do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) Jerome Powell, indicando que o banco central norte-americano pode ser mais cauteloso nos próximos encontros após realizar novo corte de juros nesta quarta.
O Dow Jones teve queda de 0,16%, aos 47.632,00 pontos. Já o S&P 500 encerrou estável, aos 6.890,59 pontos e o Nasdaq subiu 0,54%, aos 23.958,47 pontos, novo recorde.
Os índices abriram em alta, com o Nasdaq e S&P 500 chegando a renovar recordes intradiários durante a manhã. As bolsas aceleraram o ritmo após a divulgação do corte de 25 pb (pontos base) na taxa de juros pelo banco central dos Estados Unidos, mas devolveram os ganhos e passaram a operar com sinal negativo durante a coletiva de imprensa de Powell, que assumiu um tom mais conservador e indicou que novas flexibilizações não estão garantidas.
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Siga o Times | CNBCDentre as ações que mais se movimentaram está a Nvidia, em alta de 2,99% sendo avaliada em US$ 5 trilhões (cerca de R$ 26,8 trilhões, na cotação atual), tornando-se a primeira empresa a atingir esse marco. Foram apenas 78 pregões desde que a empresa alcançou US$ 4 trilhões (R$ 21,44 trilhões).
Ações das gigantes do setor de tecnologia Alphabet (2,65%) e Meta (+0,03%) subiam, enquanto as da Microsoft (-0,10%) caíram. As três empresas irão realizar a divulgação do balanço comercial após o fechamento dos mercados.
Papéis de grandes bancos norte-americanos recuaram em bloco, em meio a notícia de que o Federal Reserve vai manter balanço patrimonial correspondente ao setor bancário. Goldman Sachs (-1,14%), Citi Group (-2,24%), Morgan Stanley (-0,71%) e Bank of America (-0,55%) registraram perdas.
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