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Bolsas europeias encerram sessão em queda com cautela geopolítica
Publicado 07/05/2026 • 15:29 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 07/05/2026 • 15:29 | Atualizado há 1 hora
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Bolsas da Europa
As bolsas da Europa fecharam em queda nesta quinta-feira (7), em correção aos ganhos registrados na sessão anterior, enquanto persiste a cautela em relação à possibilidade de os Estados Unidos e o Irã alcançarem um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio. Os investidores também repercutiram os resultados trimestrais de importantes empresas da região.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em baixa de 1,55%, aos 10.276,95 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,99%, aos 24.671,54 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 1,17%, aos 8.202,08 pontos. Em Milão, o FTSE MIB perdeu 0,82%, aos 49.291,01 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,17%, aos 18.073,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve baixa de 1,43%, aos 9.134,30 pontos. As cotações são preliminares.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a guerra está próxima do fim. Na quarta-feira (6), ele reforçou que não permitirá que o país persa desenvolva armas nucleares. “Acho que a maioria das pessoas entende que o Irã não pode ter armas nucleares. Elas entendem que o que estamos fazendo é correto, e isso vai acabar rapidamente”, declarou Trump.
Apesar das repetidas afirmações de que o conflito estaria perto do fim, ainda não houve avanços concretos. Em entrevista ao jornal New York Post, o republicano reconheceu que talvez seja “cedo demais” para discutir encontros presenciais que possam garantir um acordo definitivo para encerrar o conflito.
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Nesta quinta, o Banco Central da Noruega elevou os juros de 4% para 4,25%, com o objetivo de conter a inflação. Já o Banco Central da Suécia manteve a taxa inalterada em 1,75% pela quinta reunião consecutiva.
Outro ponto de destaque foram as tensões comerciais entre China e União Europeia, após Pequim pedir que a UE reveja a legislação proposta pelo bloco, intitulada “Made in Europe”. A iniciativa, que busca fortalecer a capacidade industrial europeia, recebeu fortes críticas do Ministério do Comércio da China. Segundo o governo chinês, caso a União Europeia “insista nessa medida punitiva e trate empresas chinesas de forma discriminatória”, Pequim responderá com retaliações.
No debate europeu, há divergências sobre como lidar com a China. De um lado, defensores de uma abordagem mais pragmática argumentam que a Europa permaneça aberta à cooperação com os chineses. Do outro, há quem sustente a necessidade de enfrentar a situação de forma estratégica, reduzindo a dependência do país asiático sem romper completamente as relações econômicas.
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