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Como funciona a regulamentação das criptomoedas no Brasil e no mundo
Publicado 07/05/2026 • 09:30 | Atualizado há 5 dias
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Publicado 07/05/2026 • 09:30 | Atualizado há 5 dias
KEY POINTS
Foto: Unsplash
Como as criptomoedas são regulamentadas?
A regulamentação das criptomoedas é feita por meio de leis e órgãos reguladores que definem como os ativos digitais podem ser emitidos, negociados e fiscalizados.
Nesse sentido, o foco principal é trazer mais segurança ao mercado, além de reduzir riscos de fraudes e lavagem de dinheiro, aumentar a transparência e, ao mesmo tempo, permitir que a inovação aconteça dentro de regras claras.
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No Brasil, a regulação dos criptoativos está sendo conduzida principalmente pelo Banco Central, com base na Lei nº 14.478/2022 (Marco Legal dos Criptoativos), que passou a estabelecer diretrizes gerais para a prestação de serviços com ativos virtuais no país.
Segundo a Agência Brasil, essa estruturação acontece porque o objetivo é trazer o setor de ativos virtuais para dentro de um ambiente regulado, ou seja, aproximá-lo das mesmas exigências já aplicadas a bancos e instituições financeiras.
As empresas deixam de atuar de forma totalmente livre e passam a precisar de autorização para operar. Além disso, ficam sujeitas à fiscalização e ao cumprimento de regras de segurança, transparência e prevenção a crimes financeiros.
Com isso, o Banco Central busca dar mais controle sobre as operações, aumentar a proteção dos usuários e reduzir riscos como fraudes, lavagem de dinheiro e uso indevido das criptomoedas no sistema financeiro.
Na prática, o Banco Central:
Além disso, o Banco Central passou a estabelecer categorias específicas de prestadores de serviços de ativos virtuais, que operam sob supervisão direta do BC, o que aproxima o setor das regras já aplicadas a instituições financeiras tradicionais.
Nos Estados Unidos, de acordo com a Britannica Money, a regulação das criptomoedas evoluiu de um modelo fragmentado para uma estrutura mais organizada a partir de leis aprovadas em 2025.
Principais regras recentes:
Como os órgãos atuam:
O cenário global é bastante diverso e cada país adota uma estratégia diferente:
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Leis e órgãos reguladores fazem a regulamentação das criptomoedas, definindo regras para emissão, negociação e classificação dos ativos.
No Brasil, o Banco Central organiza esse mercado ao exigir autorização e supervisão das empresas de cripto, aproximando, assim, o setor do sistema financeiro tradicional.
Nos Estados Unidos, por sua vez, leis recentes definem o papel de SEC, CFTC e IRS, além de regras para stablecoins, o que, consequentemente, traz mais clareza e organização regulatória.
Já em outros países, o modelo de regulamentação das criptomoedas varia entre abordagens mais rígidas, como na China, e, por outro lado, mais flexíveis e voltadas à inovação, como na Suíça e em Singapura
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