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Ouro fecha em queda com payroll forte nos EUA e dólar em alta
Publicado 06/06/2025 • 19:17 | Atualizado há 8 meses
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O que os ciclos passados do ouro dizem sobre o futuro do metal
Publicado 06/06/2025 • 19:17 | Atualizado há 8 meses
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Getty Images
Ouro
O ouro fechou em queda nesta sexta-feira (6), pressionado por dados de emprego acima do esperado nos Estados Unidos, que reduziram as apostas de que o Federal Reserve vá flexibilizar a política monetária em breve. O relatório também impulsionou o dólar americano, movimento que pesou sobre o metal precioso.
O contrato de ouro com vencimento em agosto recuou 0,84% na Comex, divisão de metais da Bolsa de Nova York (Nymex), encerrando o dia a US$ 3.346,6 por onça-troy. Na semana, o metal teve variação positiva de 0,05%.
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O metal chegou a ensaiar alta ao longo do dia, mas os dados mais fortes do mercado de trabalho americano acabaram revertendo o movimento, à medida que o dólar se fortaleceu.
O relatório de folha de pagamento não agrícola (payroll) mostrou a criação de 139 mil empregos em maio, acima da projeção de 125 mil vagas. O número reduz a expectativa de cortes de juros. Com a perspectiva de manutenção das taxas, o apelo do ouro diminui, segundo analistas.
“Os dados vieram basicamente em linha com as expectativas, o que é negativo para o ouro, já que sugere que o Fed deve manter os juros estáveis por mais algum tempo”, avalia Edward Meir, analista da Marex.
Apesar da queda no dia, especialistas ainda veem espaço para valorização do metal. Meir destaca que a ligação “muito aguardada” entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o chinês Xi Jinping trouxe pouca clareza. “Essas são negociações muito difíceis e não serão resolvidas apenas por telefone. Se as manchetes sobre tarifas voltarem a ser negativas, isso tende a favorecer o ouro”, pontua.
Já Christopher Lewis, da FXEmpire, observa que o recuo do ouro ainda está dentro de uma zona de consolidação. “Podemos ver os preços caírem até US$ 3.200 antes de um movimento mais forte de venda. Por outro lado, a região de US$ 3.500 segue relevante, com potencial de alta até US$ 3.800”, projeta.
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